sábado, 24 de agosto de 2019

Quem é Ricardo Salles, o ministro devastador


Por Ivan Longo, na revista Fórum:

O processo de destruição da Amazônia, que atingiu seu ápice durante esta semana com o aumento exponencial das queimadas, e que vem chamando a atenção de todo o mundo, assusta, mas não deveria surpreender. O presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu prometendo acabar com áreas de preservação ambiental, nomeou para o ministério que cuida da área uma espécie de antiambientalista.

Beba na Fonte: Leia mais


Grupos de mensagens negam Holocausto, louvam de Hitler a Enéas e propagam nazismo

Reportagem acompanha incógnita por duas semanas grupos de extrema direita ativos no WhatsApp

Grupos de mensagens negam Holocausto , louvam de Hitler a Enéas e propagam nazismo

Reportagem acompanha incógnita por duas semanas grupos de extrema direita ativos no WhatsApp

O diálogo ocorreu no grupo Fascismo Vive, criado no último dia 10 de agosto e que até a última quinta (22) reunia 80 participantes.

Além dos líderes nazifascistas, são louvadas figuras como o integralista Plínio Salgado (1895-1975), o ditador português Antonio Salazar (1889-1970) e o deputado federal Enéas Carneiro (1938-2007).

Criado em 20 de maio deste ano, o grupo Recrutamento Fascista tinha 87 integrantes na semana passada. Entre seus motes estão"antissionismo, contra tudo e todos que propagam e financiam o Estado de Israel" e"antiglobalismo, contra toda agenda da ONU e toda degeneração imposta pela putada internacional".

A negação do genocídio dos judeus na Segunda Guerra é um tema constante. Textos de negacionistas como o gaúcho de origem alemã Siegfried Ellwanger Castan (1928-2010) e o francês Robert Faurisson (1929-2018) circulam livremente.

Há ainda montagens da Estrela de David, símbolo do judaísmo, com imagens de ratos, e figurinhas da bandeira de Israel queimando. "Sieg Heil", saudação nazista que significa"Viva a Vitória", é um cumprimento comum.

Linha parecida segue o Corrente Nacionalista. Criado no último dia 6 de agosto e com 201 participantes, define-se como um"grupo nacionalista da Terceira Política", termo utilizado pela extrema direita para se distinguir dos liberais capitalistas e dos comunistas.

Membros que ousem postar algo que destoe do pensamento geral do grupo são prontamente expelidos.

"A culpa não é do governo Bolsonaro! E sim dos grandes poderosos políticos, empresários, militares! Infelizmente o governo Bolsonaro trabalha sob pressão todo dia!", disse o usuário Ferreira, do grupo Integração.

Roque se diz admirador de Mussolini e Hitler por pregar ordem e disciplina. "Hitler foi o único que teve coragem de defender a Europa. Hoje só vemos degeneração", diz ele, que vê"contradições" nos relatos de historiadores sobre o genocídio."Só mostram uma versão, não os dois lados da moeda", afirmou, sem expandir seu raciocínio.

"Temos que separar o que é liberdade de expressão do que é algo que possa incitar a violência. Não queremos banalizar a questão", diz Rony Vainzof, secretário da entidade.

Segundo Octávio Aronis, diretor de Segurança da Conib, a entidade tem informado à polícia sobre casos específicos de incitação à violência, dependendo do grau de agressividade. A Conib também apoia ação no Supremo para derrubar o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que limita a responsabilidade das plataformas digitais por conteúdo gerado por terceiros.

Vilhena se inclina, contudo, pela visão mais comum nos EUA, de permitir o debate por pior que seja, a menos que exista um perigo real e imediato de ato de violência.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Caso Isadora: Oficial de cartório Paulo Xistos Filho acusado de matar namorada em Imbituba tem sua prisão decretada

Tribunal Federal (STF) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e negou habeas corpus ao oficial de cartório acusado do homicídio da namorada, uma modelo gaúcha de 22 anos, em Imbituba.

Oficial de cartório acusado de matar namorada em Imbituba tem sua
prisão decretada

Beba da Fonte: Assessoria de Imprensa/NCI - STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e negou habeas corpus ao oficial de cartório acusado do homicídio da namorada, uma modelo gaúcha de 22 anos, em Imbituba.

Desta forma, na tarde desta sexta-feira (23/8), o juiz Welton Rubenich, titular da 2ª Vara de Imbituba, determinou a expedição de mandado de prisão preventiva em desfavor do réu.

Segundo a decisão expedida hoje, a Corte Suprema revogou a liminar e indeferiu a ordem de soltura pleiteada, ao entender adequada e necessária a prisão preventiva. "Este juízo entende ser um contrassenso revogar a sua decisão de prisão preventiva do acusado (já pronunciado, inclusive), a qual foi mantida após ser submetida ao crivo revisional de três instâncias (TJSC, STJ e STF)", ressalta o magistrado.

A prisão preventiva foi decretada em 16 de julho de 2018, pela suposta prática dos crimes de homicídio qualificado, fraude processual, posse de acessório de arma de fogo de uso restrito e coação no curso do processo, bem como pelo descumprimento de medidas cautelares diversas da prisão. Em 28 de novembro de 2018, o ministro Marco Aurélio deferiu liminar que determinou a soltura do acusado. Porém, em julgamento nesta terça-feira (20/8), no julgamento do mérito, negou o habeas corpus e revogou a medida liminar anteriormente deferida. O oficial já foi condenado em 1ª instância pelo crime de posse de mira laser de uso restrito, e teve a decisão de pronúncia mantida pelo TJSC.

O crime

Segundo denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu em maio de 2018, quando o casal fazia uso de álcool e drogas e, por um momento, a jovem acreditou que o réu estivesse passando mal. Ela então chamou a irmã do acusado, que foi até a residência do casal acompanhada do noivo; após arrombarem a porta do quarto do réu, viram que ele estava bem. O oficial de cartório estaria tentando esconder dos familiares seu vício em drogas e, após a irmã e o noivo saírem do local, teve um ataque de fúria e investiu contra a jovem, desferindo-lhe diversos golpes. Segundo o médico legista, ela apresentava lesões compatíveis com múltiplas joelhadas, socos e chutes, tendo como causa da morte trauma abdominal (Autos Prisão Preventiva n. 0001379-13.2018.8.24.0030).





OAB considera 'execrável' tentativa da PF de entrar em escritório de advogado de Lula

A autorização foi concedida apenas para que os policiais recolhessem material do edifício em que funcionava o antigo escritório do defensor José Roberto Batochio.(Foto José Carlos Barreta/folhapress).

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou uma nota nesta sexta (23) classificando como execrável o pedido da Polícia Federal para realizar buscas e apreensões no atual escritório e na casa do advogado José Roberto Batochio. 

Leia mais: Original site  Folha.com

Desinformação alimenta o incêndio que Bolsonaro iniciou

Bolsonaro repete atitude reacionária de José Sarney (MDB) quando da proliferação de queimadas na Amazônia em 1988, antes da morte de Chico Mendes.

Um dos obstáculos a impedir uma discussão racional sobre o aumento de queimadas e desmatamento no Brasil está na baixa qualidade da informação – de todos os lados. A Amazônia não é o “pulmão verde” do mundo, por exemplo. Emmanuel Macron, António Guterres, Leonardo DiCaprio e até Cristiano Ronaldo tuitaram esses dias, provavelmente um reproduzindo o outro, ou terceiros, que a floresta amazônica produz 20% do oxigênio do mundo. É uma asneira de proporções bolsonarianas.


Sim, a fotossíntese produz oxigênio, mas a respiração das plantas, de noite, consome oxigênio e devolve gás carbônico (CO2) ao ar. Só há absorção líquida de carbono se a floresta estiver em crescimento. A Amazônia está absorvendo carbono? Aparentemente sim, mas só faz diferença para o balanço de carbono na atmosfera, e portanto para arrefecer o aquecimento global, por dois motivos:

1) É uma área enorme, cerca de 4 milhões de km² só no Brasil, com muita biomassa para virar fumaça (carbono)

2) A concentração de CO2 na atmosfera é muito baixa, mede-se em partes por milhão (ppm), repetindo, partes POR MILHÃO (no presente, 415 ppm, quase 50% acima do que havia antes da Revolução Industrial (280 ppm).

O pecadilho científico-metafórico de Macron e cia. ao pressionarem o governo de Jair Bolsonaro não quer dizer, porém, que estejam errados. Derrubar e queimar floresta sem necessidade beira a estupidez, e aí está o que criticam. Propagar informações equivocadas ou fotos antigas só deita matéria seca na fogueira do presidente.

Também em nada ajudam palpites como o artigo de Stephen Walt, professor de Harvard, que falava em invasão da Amazônia para proteger a floresta. Nem especulações europeias sobre sanções econômicas e comerciais ao Brasil por causa do desmatamento.

Essa retórica leviana, boa para tuítes, dá argumentos para Bolsonaro e sua corporação militar. Eles nunca abandonaram a doutrina ultrapassada de afronta à soberania nacional em qualquer injunção de outros países no que toca à Amazônia. Devastar floresta, poluir o ar e agravar a mudança climática faria parte do direito ao desenvolvimento, defendia o governo brasileiro na década de 1970.

A sandice foi agora reeditada, mas em grau mais grave. Bolsonaro repete atitude reacionária de José Sarney (MDB) quando da proliferação de queimadas na Amazônia em 1988, antes da morte de Chico Mendes. Velha política.

Há tanto método nessa loucura que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (do Novo, não se perca pelo nome), se dispõe a rasgar dinheiro. Melou o bilionário acordo do Fundo Amazônia com a Noruega e a Alemanha, que está indo para o buraco (junto com o acordo UE-Mercosul).

Faça-se justiça, entretanto: ninguém produz mais falsidades e confusão do que o presidente Bolsonaro. Na campanha eleitoral, não se cansou de sinalizar a ruralistas que o Ibama seria manietado. Encheu sua administração de raposas para cuidar do galinheiro ambiental.

Atacou a imagem do Brasil perante jornalistas estrangeiros ao chamar de mentirosos dados científicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um órgão federal. Ato contínuo, acusou seu diretor de estar a serviço de ONGs. Chamado para o debate público, encolheu-se.

Será interessante ver como o governo federal reagirá à publicação do dado anual de desmatamento na Amazônia, em novembro. Tudo indica que a estatística do Inpe indicará salto superior a 50%. Bolsonaro poderá tentar duas táticas – contrainformação mentirosa ou censura pura e dura. Em qualquer dos casos, dará com seus burros no fogo.

Beba na Fonte: Folha.com

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Moisés tirou o coturno...

Não é de hoje a suspeita do flerte de Moisés com o MDB. O pé apareceu, e é vermelho.

Se alguém tem que ser expulso, não sou eu”. A frase do deputado Jessé Lopes, reagindo à informação de que o governador Carlos Moisés pediu a sua expulsão, tem lógica. Sempre sob a desconfiança de que é um emedebista plantado, ou que brotou na horta do PSL, Moisés pode estar testando a sua capacidade de liderar sem os mais ferrenhos bolsonaristas. É verdade que o deputado Jessé ultrapassou o limite do institucional, mas há de se anotar que esta é uma característica bolsonarista. Moisés vem expondo o “pé vermelho”.

Parece ter tirado o coturno ao escolher a Folha de São Paulo para dar uma entrevista em que enfrenta pautas ideológicas como a questão do armamento e dos agrotóxicos.

Parece ter tirado o coturno quando enfrenta o setor agropecuário que foi justo o que primeiro apoiou a candidatura de Jair Bolsonaro.

E pode haver mais indícios da sua linha ideológica se olharmos para a forma como montou o seu governo, recorrendo a técnicos com origem no ambiente acadêmico ou ao funcionalismo público, que é melhor identificado com políticas de esquerda do que da direita.

Não é de hoje a suspeita do flerte de Moisés com o MDB. O pé apareceu, e é vermelho.

Não é para menos que a polêmica cartilha dos incentivos fiscais é herança do governo antecessor e de uma pasta que manteve o comando emedebista de Paulo Eli. Aliás, Moisés chama Eli de: o “Mago Eli”. Há quem diga que é porque ele oferece a esperança da magia do fortalecimento da arrecadação, que dê fôlego para corrigir distorções salariais dos servidores públicos...

Fonte: João Paulo Messer – Coluna Bastidores - Engeplus

Em 2012, o Blog Sarrafo Atômico já alertava da possível fraude na execução do Projeto Paisagístico Burle Marx

Leia  as matérias da época relacionadas ao assunto.

No dia 06 de maio de 2012, o Blog Sarrafo Atômico alertou a comunidade da possível fraude na execução do Projeto Paisagístico Burle Marx em ruas do município de Imbituba no qual desembocou, hoje,  na indisponibilidade de bens do ex- prefeito Jaison Cardoso.

Leia  as matérias relacionadas ao assunto na época:







quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Jessé Lopes rebate Moisés: 'por falta de alinhamento com o partido, quem tem que ser expulso é ele'

Coluna Bastidores afirma que governador pediu a exclusão do deputado no quadro do PSL (Foto: Reprodução/Coluna Bastidores).

Por Thiago Hockmüller – Engeplus

As divergências políticas entre o governador Carlos Moisés e o deputado estadual Jessé Lopespodem trazer resultados extremos para o Partido Social Liberal (PSL) de Santa Catarina. Conforme a coluna Bastidores, assinada pelo jornalista João Paulo Messer, o governador já ameaça sugerir a exclusão do deputado no quadro do partido.

O motivo? Lopes retirou da parede do seu gabinete um quadro com a foto do líder do executivo. O ato ocorreu em forma de protesto ao aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 17% sobre os defensivos agrícolas.

Em entrevista para o Portal Engeplus, o deputado disse não ter recebido algum pronunciamento oficial do partido. Ele também rebate o aumento do ICMS, medida que, segundo Lopes, reduzirá a produção no campo. “De benefício para o governo, o aumento não tem nada. As pessoas vão comprar agrotóxico fora do Estado, vai diminuir a produção, ganhar antipatia com os agrícolas e destoa das ideologias do PSL pelo fato de aumentar impostos”, argumenta.

"Eu estou me pronunciando pouco porque não tive nada oficial, só especulações. Ninguém me procurou. Se existir a expulsão por falta de alinhamento com o partido, quem tem que ser expulso é o governador". Deputado Estadual, Jessé Lopes
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Após a retirada do quadro e a especulação da possível exclusão do partido, Lopes afirmou estar aberto para conversar com Carlos Moisés. Explicou ainda que é o único deputado que possui o quadro do governador e que deseja permanecer no PSL. “A questão do quadro, que foi a cartada do governador, acho inadequado. Ele tem meu telefone, poderia me ligar. Quando coloquei o quadro ele não me ligou e agora que decidi tirar temporariamente, por alguns posicionamentos dele que são contrários ao que o PSL defende, ele fica chateado. Poderia vir aqui, nós conversaríamos e poderíamos fazer uma foto colocando o quadro na parede. O governador é vaidoso, não gosta de voltar atrás, mas estou aberto a conversas. Quero ficar no PSL e vou lutar por isso. Se quiser conversar comigo, estou aberto. Jamais vou deixar de ser quem eu sou. Tenho tranquilidade”, afirma.


Entenda o caso

Incentivo fiscal para agrotóxicos em Santa Catarina existia desde 2001. Ainda no final do ano passado, o ex-governador de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira (MDB), assinou o decreto 1.866 revogando a isenção do ICMS para insumos agrícolas. No entanto, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou uma lei revogando as isenções até o último dia 31 de julho, data que a taxação subiu para 17%.
No dia 7 de agosto, a Alesc aprovou um novo projeto prorrogando a isenção até o final de agosto, matéria que ainda aguarda a sanção ou veto do governador. Aliás, em entrevista para a Folha de São Paulo, no último dia 14, Moisés defendeu a taxação. “É comprovado que causam problemas de saúde e doenças. Aplicar isenção sobre agrotóxico é uma excrescência política, jurídica, é uma irresponsabilidade de gestão. Qualquer pessoa que raciocine um pouco, que saia do padrão mediano, vai entender que não se pode incentivar o uso”, argumentou.

Reunião acontece amanhã

Nesta quinta-feira, líderes do setor agrícola participam de uma reunião com o governador, na Casa da Agronômica, em uma tentativa de sensibilizar o chefe do executivo. A intenção é que ele revogue o aumento da alíquota.
Devem participar os presidentes da Federação da Agricultura e Pecuária de SC (Faesc), José Zeferino Pedroso, da Organização das Cooperativas de SC (Ocesc), Luiz Vicente Susin, além do presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias (Fecoagro), Cláudio Post, e o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura, José Walter Dresch.
O Portal Engeplus tentou contato com o governador Carlos Moisés, mas não obteve sucesso.


Jamazi Ziegler volta atrás e Administração do Porto de Imbituba reabre Capela São Pedro ao público

Depois de críticas contundentes da comunidade repercutidas pelo Blog Sarrafo Atômico a administração portuária volta atrás e libera visitação a Capela São Pedro. (Foto Porto de Imbituba).

O Porto de Imbituba investiu R$ 250 mil reais para transferir e reformar a capela São Pedro, localizada dentro da área do porto, para um local adequado que não comprometesse a segurança portuária, mas o diretor-presidente Jamazi Alfredo Ziegler vira as costas para a comunidade e fecha acesso ao publico contrariando o projeto licitado e já pago.

Segundo o projeto, a transferência da capela foi para restablecer uma via de acesso da comunidade a um pequeno trecho da área portuária sem a necessidade de credenciamento prévio, assim como requalificar o antigo Pórtico de acesso ao Porto criando um novo referencial visual e turístico.

A decisão de Jamazi Ziegler impondo condições ao acesso à capela feriu de morte a aproximação do Porto e Comunidade já que impede o resgate de antigas tradições como a passagem de procissões pelo Pórtico em direção à rua de baixo, visitas de devotos e turistas como ocorreu por um século.

Essas políticas de excluir a comunidade das decisões de governo são típicas das gestões do PSL pelo Brasil, Santa Catarina e em Imbituba não foi diferente. Mas a comunidade venceu e a capela volta a ser aberta aos fieis e turistas.


Acusações a ONGs feitas por Bolsonaro causam indignação e espanto

"Bolsonaro está projetando nos outros o que ele faria. Talvez ele seja uma pessoa capaz de um gesto de vingança dessa forma. É uma declaração doente e doente a gente não considera, a gente trata". Foto: Queimadas na Amazônia repercutem no mundo todo (Greenpeace Brasil)

A declaração do presidente Jair Bolsonaro, que culpou ONGs pelo aumento das queimadas na Amazônia este ano, causou espanto e indignação entre as organizações e também entre parlamentares.

"Bolsonaro está projetando nos outros o que ele faria. Talvez ele seja uma pessoa capaz de um gesto de vingança dessa forma. É uma declaração doente e doente a gente não considera, a gente trata", disse o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Marcio Astrini.

"Se fosse um grileiro de terra falando isso eu acharia lamentável. Como é o presidente da República dando uma declaração dessas, eu fico sem palavras para dizer, é uma coisa inaceitável", completou.

Carlos Rittl, coordenador-executivo do Observatório do Clima, lembra que Bolsonaro foi eleito com um agenda que classifica de "antiambiental".

"E implementa agora uma agenda de ataque ao meio ambiente, com redução da fiscalização e tolerância jamais vista com quem desmata e queima florestas. A responsabilidade pela explosão do desmatamento e incêndios florestais, assim como pela destruição da imagem e reputação do país no exterior, é exclusivamente sua, de seu ministro de Meio Ambiente e de seu governo como um todo", afirmou.

Na manhã desta quarta-feira (21), o presidente afirmou que ONGs podem estar por trás do aumento das queimadas por terem perdido recursos e estarem querendo atingi-lo. Bolsonaro admitiu, no entanto, que não tem provas dessas afirmações.

"O crime existe. Isso temos que fazer o possível para que não aumente, mas nós tiramos dinheiro de ONGs, 40% ia para ONGs. Não tem mais. De modo que esse pessoal está sentindo a falta do dinheiro. Então pode, não estou afirmando, ter ação criminosa desses ongueiros para chamar atenção contra minha pessoa, contra o governo do Brasil?, afirmou o presidente.

Questionado sobre se tinha provas do que estava falando, Bolsonaro disse que "essas coisas não tem nada escrito".

Diego Casaes, do Instituto Avaaz, acusou o presidente de tentar distrair a sociedade da crise de desmatamento ilegal na Amazônia.

"Não podemos nos distrair enquanto o coração do Brasil está queimando. Por sorte vemos agora os próprios eleitores de Bolsonaro extremamente preocupados sobre a Amazônia. O presidente precisa parar de espalhar falsas acusações e começar a proteger a Amazônia", disse em uma nota enviada à Reuters.

Ex-ministros do Meio Ambiente estão entre os que reagiram à acusação feita por Bolsonaro. Carlos Minc, ministro durante o segundo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, classificou a fala do presidente de "inacreditável".

"Não apresenta provas, só convicção. Nem plano anti-queimadas. Ele e (o ministro do Meio Ambiente Ricardo) Salles ligam motosserra, acendem pavio e apontam o dedo! Ecocidas!", escreveu o ex-ministro em sua conta no Twitter.

A ex-ministra Marina Silva, candidata à Presidência em 2010, 2014 e 2018, também usou as redes sociais para criticar o presidente.

"A Amazônia está em chamas. O Ministro do Meio Ambiente fala em fake news e sensacionalismo. O presidente diz que ONGs podem estar por trás disso. A falta de compromisso com a verdade é uma patologia crônica. Essa postura irresponsável só agrava a emergência ambiental no Brasil", escreveu.

Coordenador da Frente Parlamentar do Meio Ambiente, o deputado Nilton Tato (PT-SP).

"O governo Bolsonaro mais uma vez faz uma declaração estapafúrdia para na verdade não deixar claro para a sociedade as políticas de desmonte na área ambiental que ele vem introduzindo", disse.

Beba na Fonte: domtotal

CNTE convoca entidades para semana de mobilização entre os dias 1 e 7 de setembro

A direção da CNTE convoca as direções das entidades filiadas a promoverem aulas públicas entre os dias 1 e 6 de setembro na semana de mobilização Em defesa da Soberania Nacional, Contra a Reforma da Previdência e o (des)governo Bolsonaro.

A direção da CNTE convoca as direções das entidades filiadas a promoverem aulas públicas entre os dias 1 e 6 de setembro na semana de mobilização Em defesa da Soberania Nacional, Contra a Reforma da Previdência e o (des)governo Bolsonaro. O objetivo é realizar debates e seminários em locais de grande concentração sobre os seguintes temas: Reforma da Previdência; Precatórios do FUNDEF; O Novo FUNDEB; Orçamento da Educação para 2020; Novas fontes de recursos para a educação; Custo Aluno Qualidade; Escola como uma Unidade Orçamentária; Processos de mercantilização e privatização da Educação Pública.

No dia 7 de setembro, a CNTE convoca as entidades a participarem do grito dos excluídos, que acontece anualmente em várias capitais e cidades do país. "Educadores que somos, é fundamental nossa contribuição para organizar trabalhadoras e trabalhadores para além da educação, convocando-os para a ação coletiva, impedindo a destruição dos nossos direitos, das políticas públicas, tomando em nossas mãos o destino de nosso país", afirma o Presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Beba na Fonte: Sinte SC

Deltan idealizou monumento à Lava Jato, mas Moro previu crítica


O então juiz federal afirmou que o gasto deveria vir de terceiros, pois, caso contrário, soaria como soberba

O Procurador da República Deltan Dallagnol teria idealizado um monumento à força-tarefa da Operação Lava Jato para, com isso, incentivar reformas dos sistemas político e judicial em Curitiba. O projeto de marketing, no entanto, nunca foi concretizado, mas rendeu discussões entre procuradores e até com o então juiz Sergio Moro, que não teria demostrado entusiasmo com a ideia.

A constatação faz parte do acervo da Vaza Jato obtido pelo site The Intercept Brasil e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (21/08/2019). O plano de Deltan era realizar um concurso de uma escultura que simbolizasse a operação e mudanças defendidas pelos procuradores, como o projeto das 10 medidas contra a corrupção, e a reforma política.

“A minha primeira ideia é esta: algo como dois pilares derrubados e um de pé, que deveriam sustentar uma base do país que está inclinada, derrubada. O pilar de pé simbolizando as instituições da justiça. Os dois derrubados simbolizando sistema político e sistema de justiça…”, teria idealizado Deltan Dallagnol.

O plano foi levado pelo procurador a Sergio Moro. Deltan esperava obter apoio do magistrado para colocar a peça na praça em frente à sede da Justiça Federal. O concurso de escultura simbolizaria “o fato de que a Lava Jato é um avanço”, mas que era preciso avançar com reformas, como dos sistemas políticos e de justiça.

Beba na fonte: Portal Metropoles

Há 30 anos, o Brasil se despedia de Raul Seixas

“Tente outra vez” 

Raul morreu na madrugada do dia 21 de agosto de 1989, aos 45 anos, depois de sofrer problemas hepáticos e renais. Ele foi encontrado em um Flat onde morava em São Paulo. Raul Seixas é considerado pai do rock brasileiro. Suas produções continuam ganhando notoriedade na música brasileira e fãs relembram com carinho o artista.


Imbituba Urgente: Ex-prefeito Jaison Cardoso (PSDB) e o Vice Elísio Sgrott (PP) têm bens bloqueados pela justiça

O Tribunal de Justiça acatou o pedido liminar e determinou o bloqueio de R$ 301.405,59 do ex-prefeito Jaison Cardoso de Souza e R$ 86.296,46 do ex-vice prefeito Elísio Sgrott.(Foto:Gervazio Placido)

Políticos da região são condenados, por Diário do Sul

Três políticos da região foram condenados nos últimos dias pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Dois deles, de Imbituba, tiveram seus bens bloqueados, que, somados, totalizam aproximadamente R$ 400 mil. O outro caso foi de Imaruí, com condenação por multa.

Um dos casos é do vereador de Imbituba Elísio Sgrott. O Ministério Público do Estado de Santa Catarina – 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Imbituba – ajuizou ação civil pública com requerimentos de indisponibilidade de bens contra o vereador, que, segundo os autos, quando foi vice-prefeito de Imbituba, realizou viagem internacional, para fins majoritariamente particulares, com dinheiro público dos cofres municipais. O Tribunal de Justiça acatou o pedido liminar e determinou o bloqueio de bens de Elísio Sgrott, no valor de R$ 86.296,48.

Segundo foi apurado por meio de inquérito civil instaurado, a viagem, realizada no período de 16 a 30 de maio de 2014 e intitulada “Missão Oficial à Europa”, fora organizada com o objetivo de buscar ações voltadas ao Poder Público municipal e empresarial, com o pagamento no valor de R$ 16.235,82, realizado pelo município de Imbituba. Apesar do caráter de missão oficial de agentes públicos, segundo o processo, a viagem teve intuito meramente turístico, porque apenas duas visitas às prefeituras de Lisboa e Barcelona, em quinze dias de estadia, foram feitas pelo então vice-prefeito. Além disso, verificou-se que projetos citados por ele como resultantes da missão já existiam anteriores à viagem, “que confirmam seu intuito meramente turístico e revelam ter prevalecido o interesse privado sobre o público”.

O prejuízo sofrido pelo erário alcançou o montante de R$ 21.574,12, razão pela qual o órgão determinou, liminarmente, pela decretação de indisponibilidade de bens referente ao valor do dano, mais a multa civil de três vezes essa quantia, totalizando
R$ 86.296,48.


Jaison tem mais de R$ 300 mil bloqueados

Já o ex-prefeito de Imbituba Jaison Cardoso de Souza também teve liminar determinando o bloqueio de bens pelo Tribunal de Justiça, no valor de R$ 301.405,59. O pedido foi aceito liminarmente após ação do Ministério Público indicando que Jaison, na condição de prefeito de Imbituba, determinou, de modo ilegal, a implementação de obras que destruíram parcialmente os canteiros centrais da cidade, ato que acarretou custos e “prejuízo ao erário e violou princípios da administração pública”, diz o processo.

De acordo com o inquérito civil instaurado, a determinação do então prefeito, em desrespeito ao projeto Burle Marx e sem qualquer participação popular, de calçar os canteiros centrais da cidade com peças pré-moldadas e concreto PCC, motivou protestos da população e culminou no ajuizamento de ação civil pública, “julgada parcialmente procedente para determinar a cessação da destruição e supressão das áreas verdes presentes nos canteiros do município e a recuperação da vegetação suprimida, mediante o plantio de vegetação nativa e de árvores frutíferas, sentença mantida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina”.


Ex-prefeito de Imaruí

O ex-prefeito de Imaruí Amarildo Matos de Souza, com mandato entre 2009 e 2012, foi condenado em ação civil pública por atos de improbidade administrativa, pela instalação de 53 placas publicitárias com apelo eleitoral em pontos estratégicos da cidade. Segundo os autos, muitas das placas informavam sobre investimentos falsos que o Estado faria na cidade, e não seguiam o padrão visual adotado pela administração pública estadual. “As placas divulgavam altos investimentos, desproporcionais e atípicos para o porte do município, e que nunca se efetivaram”. Segundo os autos, ele tentava minimizar críticas dirigidas a ele pelo fato de ter oferecido o município ao governo do Estado para receber a construção de um novo complexo penitenciário estadual. O ex-prefeito foi condenado ao pagamento de multa civil de 50 vezes o valor de sua remuneração à época, atualizada monetariamente e acrescida de juros, além da suspensão dos direitos políticos por cinco anos. Todos os casos ainda cabem recursos. O DS tentou contado com os três políticos, mas não obteve sucesso.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Texto Miriam Leitão deveria tirar o sono de Bolsonaro. E o seu também.

A jornalista Miriam Leitão, do O Globo, escreveu um importante texto sobre a tempestade que se arma com o Brasil – parte dela causada pelo próprio presidente Bolsonaro.

Por: Gilberto Dimenstein - CatracaLivre

A jornalista Miriam Leitão, do O Globo, escreveu um importante texto sobre a tempestade que se arma com o Brasil – parte dela causada pelo próprio presidente Bolsonaro.

“O risco do Brasil é viver uma tempestade perfeita".
De um lado, a crise internacional afugenta o capital externo.
De outro, a política ambiental insensata está criando mais riscos.
O Brasil exporta US$ 17,8 bilhões de produtos agrícolas para a Europa e isso começa a ficar em perigo.

Ontem a imprensa alemã pediu o que já se fala entre consumidores europeus: o boicote aos produtos brasileiros. Para se ter ideia do que já aconteceu. Os investidores estrangeiros sacaram R$ 19,1 bilhões da bolsa brasileira este ano.

O governo tem mandado os estímulos errados e não quer ouvir as vozes que alertam para os riscos. No mundo, há o conflito comercial EUA x China que ameaça virar guerra cambial, o Brexit sem acordo, Itália com risco politico, Alemanha com queda do PIB no trimestre, China querendo intervir em Hong Kong, a crise argentina piorando.

A consequência de tudo isso é uma postura mais conservadora dos investidores, queda das commodities e alta do risco de países como o Brasil. No meio desses tremores, o governo brasileiro toma decisões erradas na área ambiental. O Brasil ficará exposto nos próximos meses em eventos como o Sínodo da Amazônia, a COP do Chile, o número oficial do desmatamento anual, Prodes, que o Inpe normalmente divulga entre outubro e novembro. E se o governo tentar esconder será pior.

A política ambiental alimenta o risco de barreira ao produto brasileiro. As crises externas podem se somar aos erros cometidos pelo governo Bolsonaro.”


BNDES divulga financiamento para Luciano Huck

O Finame é um programa do BNDES de incentivo à indústria nacional, por isso financia os aviões da Embraer. O empresário e apresentador de Tv tinha feito críticas ao governo na semana passado.

Por Congresso Em Foco 

 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na noite desta segunda-feira (19) uma lista com 134 empresas que tomaram financiamentos com o banco público entre os anos 2009 e 2014 para a compra de jatos da Embraer. Entre as listadas, está a Brisair, do empresário, apresentador de TV  e apoiador do movimento político RenovaBR, Luciano Huck. A Brisair contratou empréstimo de R$ 17 milhões com o BNDES em 2017.

As informações são do jornal Estado de S. Paulo desta terça-feira (20). De acordo com a reportagem, a divulgação ocorreu dias após Luciano Huck fazer críticas ao governo Bolsonaro. “Esse governo foi eleito de maneira democrática. Mas eu não acredito que a gente está vivendo o primeiro capítulo da renovação. Para mim, estamos vivendo o último capítulo do que não deu certo”, disse o apresentador, ao participar de um evento no Espírito Santo.

Na última quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro havia adiantado em suas redes sociais que iria publicar quem comprou jatinhos com financiamento do banco público, se referindo à “caixa preta’ do BNDES. Bolsonaro também declarou que "o anúncio vai expor gente que está dizendo que estamos no último capítulo do fracasso”.

No ano passado, quando Huck ainda era um dos virtuais nomes para concorrer à presidência da República, o jornal Folha de S. Paulo já havia publicado informações sobre o empréstimo. Na época, o empresário respondeu que “o Finame é um programa do BNDES de incentivo à indústria nacional, por isso financia os aviões da Embraer”, relata a reportagem.

Na lista também constam empresas ligadas ao governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB). O governo de São Paulo informou em nota que não há irregularidade no financiamento.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

OAB defende sanção da lei do abuso de autoridade

Conselho Federal da OAB aprovou por unanimidade uma moção de apoio ao projeto, que, para a entidade, criminaliza a violação das prerrogativas dos advogados. Para a OAB, o projeto representa um avanço para as garantias do direito de defesa e para a valorização dos advogados. Foto: OAB

Por Marina Barbosa - Congresso em Foco

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) saiu em defesa do projeto de lei que criminaliza o abuso de autoridade nesta segunda-feira (19). A entidade acredita que o projeto representa um avanço para as garantias do direito de defesa e para a valorização dos advogados e, por isso, deve ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, que, no entanto, tem sido pressionado por outras entidades e políticos para vetar trechos da proposta.

"O plenário do Conselho Federal da OAB aprovou, nesta segunda-feira, por unanimidade, uma moção de apoio ao projeto de lei que criminaliza a violação das prerrogativas dos advogados. A medida foi votada e aprovada pelas duas casas legislativas e aguarda sanção presidencial. A OAB Nacional afirma que a sanção da nova norma é fundamental, e contará com a mobilização da advocacia", informou em nota o Conselho Federal da OAB, que reúne 81 representantes das representações estaduais da Ordem e classificou o projeto como "uma das principais propostas legislativas apoiadas pela advocacia".

O projeto de lei 7596/17, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados na semana passada e agora aguarda sanção presidencial, define os 37 crimes de abuso de autoridade que podem ser cometidos por servidores públicos e membros dos Três Poderes. Entre eles, estão obter provas por meios ilícitos; executar mandado de busca e apreensão de forma ostensiva para expor o investigado; impedir encontro reservado entre um preso e seu advogado; e decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia de comparecimento ao juízo.

A OAB acredita, portanto, que o projeto de lei criminaliza a violação das prerrogativas dos advogados e, consequentemente, dos cidadãos. Por isso, também vai enviar "uma manifestação de congratulações e apoio pela aprovação no Congresso da medida" ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Mesmo assim, o projeto deve sofrer vetos de Bolsonaro. É que diversas entidades e políticos divergem da OAB e pediram que o presidente suprima alguns trechos da proposta. Entre eles, a Associação dos Magistrados Brasileiros, os procuradores da Operação Lava Jato e a bancada da bala, o que fez o presidente Jair Bolsonaro se reunir com o ministro Sergio Moro, nesta segunda, para avaliar possíveis vetos ao projeto.