segunda-feira, 20 de julho de 2026

Lei cria política para fortalecer indústria da saúde

 

Sancionado hoje, Projeto de Lei n° 2583/20 que institui a Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde 

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil 

 

Sancionado nesta segunda-feira (20), o Projeto de Lei n° 2583/20 pretende garantir a autonomia do Brasil na produção de medicamentos, vacinas, equipamentos e insumos médicos, fortalecendo a soberania nacional, inclusive para lidar com eventuais emergências em saúde pública. O PL institui a Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde

Beba na fonte> https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/lei-cria-politica-para-fortalecer-industria-da-saude 

125 anos de Antonieta de Barros: uma das pioneiras da luta das mulheres negras na política

 

O legado da catarinense Antonieta de Barros destaca a importância na luta pela educação, pela justiça social e pela participação das mulheres negras na política

Por Rosa Amorim* 
Da Página do MST


...Nascida em 1901 na cidade de Florianópolis, filha de uma ex-escravizada, Antonieta teve sua trajetória de vida marcada não somente por ser primeira mulher negra eleita no Brasil, o que por si já um grande feito, mas porque sempre usou sua voz a serviço da luta em defesa da educação, pelos direitos das mulheres e pela justiça social. Resgatar a história de Antonieta é apontar que nós, mulheres negras, somos parte fundamental na construção deste país. 

 

 

Pix na mira de Trump: entenda por que os Estados Unidos querem atingir o sistema de pagamentos brasileiro

 

Entenda os interesses dos EUA no PIX brasileiro

Por Oscar de Barros 


A disputa vai além dos cartões de crédito e por que o Pix desperta interesse geopolítico? . 

 

Experiências latino-americanas mostram o potencial do reconhecimento do trabalho sociocomunitário, da participação popular e da territorialização das políticas para fortalecer processos de organização coletiva 

Por Luís Eduardo Fernandes, Emilly Firmino Oliveira de Lima, João Oliveira, Maria Angélica Paixão Frazão, Teresa M Maia de Carvalho e Thays Santos Carvalho 

 

O Brasil chegará às eleições de 2026 diante de um paradoxo. Os indicadores recentes do mercado de trabalho registram avanços na formalização, no rendimento médio e na massa salarial, mas essa melhora convive com uma experiência cotidiana ainda marcada pela insegurança e pela precariedade. Segundo a PNAD Contínua do primeiro trimestre de 2026, 38,1 milhões de brasileiros permanecem na informalidade, cerca de 16 milhões encontram-se em situação de subutilização da força de trabalho e 26 milhões trabalham por conta própria. Trata-se de um contingente equivalente à população da Alemanha e que evidencia a permanência de uma ampla zona de trabalho marcada por vínculos frágeis, instabilidade ocupacional e baixa proteção social. 

 

 

Redução da jornada pode favorecer condições para jovens conciliarem trabalho e estudo

 

A jornada de trabalho média dos vínculos celetistas era de 41 horas e 32 minutos semanais em 2024.  

75% dos celetistas tinham jornadas superiores a 40 horas semanais.  

Nas áreas ligadas à agropecuária, à construção e ao comércio, mais de 90% dos vínculos  

tinham jornadas superiores a 40 horas semanais.  

A remuneração média de quem trabalhava 40 horas por semana era 117% maior do que  

a dos vínculos com jornadas entre 41 e 44 horas.  

As jornadas acima das 40 horas semanais são menos comuns entre trabalhadores com  

ensino superior completo.  

Longas jornadas dificultam a formação e qualificação dos trabalhadores. A redução do  

tempo de trabalho tem potencial para contribuir para o aumento do número de pessoas  

estudando. Segundo estimativas, a medida poderia ajudar a aumentar em até 425 mil o  

número de jovens com idade entre 18 e 29 anos que conciliam emprego formal com estudos 

Agentes comunitários comemoram

 


Por Agência Sindical 


O Senado Federal aprovou, na última terça (14), a PEC 14/2021, que cria o Sistema de Proteção Social e Valorização dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), o que representa uma importante vitória dessas categorias. Ela assegura uma aposentadoria especial, exclusiva para esses profissionais: idade mínima de 57 anos para mulheres e de 60 anos para homens, com 25 anos de contribuição para a Previdência Social, mesmo tempo que é exigido em relação ao exercício efetivo da profissão. 

 

Ela também proíbe a contratação terceirizada ou temporária para essas categorias, exigindo que o ingresso seja feito via concurso público...