sábado, 7 de dezembro de 2019

Operação Chabu: Prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, e mais 16 pessoas são indiciados pela PF

O relatório final foi concluído na sexta-feira. Suspeitos foram indiciados por crimes como, corrupção ativa e passiva, extorsão, contrabando e por atrapalhar investigações. Foto: NSC TV/Reprodução


O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido, ex-filiado ao MDB), foi indiciado pela Polícia Federal (PF) de Brasília no inquérito referente à Operação Chabu, realizada em junho deste ano em Santa Catarina. O relatório final foi concluído na sexta-feira (6). Outras 16 pessoas também foram indiciadas no documento.

Conforme o relatório da PF, os suspeitos estão sendo indiciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, extorsão, contrabando e falso testemunho.

Beba na Fonte> https://www.agoranoticiasbrasil.com.br/operacao-chabu-prefeito-de-florianopolis-gean-loureiro-e-mais-16-pessoas-sao-indiciados-pela-pf/

'O estuprador és tu'!, protesto de chilenas é replicado no mundo

Milhares de chilenas se reuniram sexta-feira em Santiago e em outras cidades do país para cantar 'El violador eres tú', com coreografia ensaiada. Grupos menores de ativistas aderiram ao protestos em outras cidades pelo mundo, como Paris e Barcelona.

Material apresentado por Joice na CPMI das fake news é encaminhado ao STF

Em um slide mostrado por ela é possível identificar o assessor de um parlamentar do PSL que fez ataques e convocou passeatas contra o ministro Gilmar Mendes...

Por Reinaldo Azevedo

Parte do material apresentado pela deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) na CPMI das fake news já foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que comanda o inquérito que investiga ataques à corte e a seus integrantes. Em um slide mostrado por ela é possível identificar o assessor de um parlamentar do […]

Beba na FonteReinaldo Azevedo

Quem disse que o ex-sem-terra não produz?


Por Fenando Brito - Tijolaço

Embora escrita com um mal disfarçado preconceito – chega a dizer que o MST tem “hostes”, que tem o significado de exército “inimigo” – a reportagem de hoje no Valor Econômico mostra uma imagem do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra muito diferente que a construída pela mídia, a de gente que invade para destruir e tornar terras improdutivas.

Mostra o resultado de anos de luta que não se encerraram com o assentamento de famílias que, afinal, conseguiram um pedaço de terra para trabalhar e produzir e, agora, estão integrados a cooperativas e associações que plantam, colhem e processam alimentos em grande escala.

Cooperativas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra produzem pelo país toneladas de grãos, além de frutas e hortaliças, leite e suco de uva, entre outros itens. Famílias assentadas são sócias de marcas próprias, têm gestão profissionalizada e vendem para governos e grandes redes varejistas, no país e no exterior.

O MST diz não ter um levantamento sobre o faturamento total das 162 cooperativas com as quais mantêm ligações. Mas informa que quatro das mais bem estruturadas desse grupo registraram entre janeiro e outubro deste ano receita conjunta de quase R$ 300 milhões.

São as que estão registrada na imagem ao fim do post, tirada do jornal.
Nenhuma novidade, exceto que alguém, finalmente, digna-se a registrar que reforma agrária não é um desastre produtivo. Eu mesmo vi, pessoalmente, o progresso e a prosperidade do Banhado do Colégio, o local no município gaúcho de Camaquã, Brizola principiou o seu ensaio de reforma agrária no Rio Grande. Gente vivendo bem, com lavoura de primeira ordem, filhos e netos criados com dignidade.

A reportagem, com certo tom demeritório, refere-se a uma “mudança de estratégia” do MST, dando este ano prioridade à consolidação produtiva de seus acampamentos e ocupações, para evitar a possível repressão por parte do governo Bolsonaro. Queriam o quê de um governo que está tão ansioso para atacar os pobres do campo que quer mudar a lei para poder atuar contra eles com as Forças Armadas e a Polícia Federal, inclusive com os “excludentes de ilicitude” para quem matar na repressão?

 

Receita joga na ilegalidade milhares de trabalhadores da arte e da cultura

Não tinha visto, ontem à noite, mas vi agora o mais novo absurdo da gestão Bolsonaro.

Por Fernando Brito - Tijolaço

O Secretário da Receita Federal, sr. José Barroso Tostes Neto, assinou uma resolução excluindo diversas categorias profissionais dos benefícios do MEI – Microempreendedor Individual – que lhes permitir emitir nota, pagar impostos em valores menores que o de empresas comuns e recolher para a Previdência de forma viável.

Vá vendo a lista: cantores, músicos independentes, DJs, VJs, humoristas ou contadores de histórias, instrutores de artes cênicas, instrutores de arte e cultura, instrutores de música, professores particulares – de idiomas ou não – e proprietários de bar com entretenimento. Ah, sim: professores para concursos, os de informática e também os de curos gerenciais, além das esteticistas.

Todos vão agora – a partir de 1° de janeiro – para a ilegalidade, porque os custos tributários e administrativos para atuarem como microempresários são proibitivos para suas atividades.

Este governo, de fato, é bíblico: é a praga de gafanhotos, a tudo destruir e corroer.

Ah, sim, a portaria que degola do direito de dezenas de milhares de pessoas que trabalham nestas atividades, uma delas tem um conteúdo indescritível de ironia: proíbe-se o registro como empreendedor individual dos astrólogos, ex-colegas de Olavo de Carvalho.

Que, como se sabe, agora é filósofo.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Projeto de lei de criminalização do funk repete história do samba, da capoeira e do rap

A proposta de criminalização do funk foi apresentada por um webdesigner paulista em janeiro deste ano. JARDIEL CARVALHO/R.U.A FOTO COLETIVOImage caption

Por Leandro Machado – BBC Brasil

Quase cem anos depois, o Senado analisa uma proposta que pode criminalizar outro ritmo musical brasileiro, o funk. A proposta foi enviada em janeiro por Marcelo Alonso, um webdesigner de 47 anos, morador de um bairro da zona norte de São Paulo. Teve 21.985 assinaturas de apoio.

As estocadas em Bolsonaro na festa do general Villas Bôas

As críticas do general Rocha Paiva e Luciano Huck explicam a ausência do presidente

Por Andrei Meireles – osdivergentes

Era o tipo de festa que até recentemente o presidente Jair Bolsonaro não faltaria de jeito nenhum. Foi o concorrido lançamento na quarta-feira (4) do Instituto General Villas Bôas, uma entidade para preservar a memória do militar e ajudar pessoas com doenças raras, crônicas e com deficiência. Estavam lá assessores do presidente, como os ministros Sérgio Moro e Augusto Heleno, o porta-voz Otávio Rêgo Barros, e uma penca de generais para prestigiar Villas Bôas, tido por eles e pelo próprio Bolsonaro como referência por sua conduta como chefe militar.

Beba na Fonte> Os Divergentes