domingo, 5 de julho de 2026

De Bangladesh à Jamaica: como a seleção brasileira virou patrimônio global

 

Futebol, mídia e identidade transformaram o Brasil em potência simbólica, mobilizando torcedores na Copa sem qualquer vínculo familiar com o país 

É gol do Brasil. Milhares de fãs gritam, buzinam e ocupam as ruas para comemorar a vitória da seleção na Copa do Mundo de 2026. Há, porém, um detalhe curioso: nenhum deles fala português ou tem qualquer relação direta com o Brasil. São imagens de locais distantes — como Bangladesh, Líbano, Índia ou Jamaica, por exemplo —, países onde a camisa amarela se tornou um símbolo de pertencimento para milhões de pessoas. 

Esses vídeos com torcedores estrangeiros, que têm viralizado nas redes sociais nas últimas semanas, mostram uma faceta importante do futebol brasileiro: sua capacidade de forjar uma identidade compartilhada entre pessoas que nunca tiveram qualquer contato com o Brasil, projetando a imagem do país no exterior. 

Clube do Livro do PL tem grana suspeita em vez de obras

 

Biblioteca da turma do líder Sóstenes Cavalcante atende reivindicação de Bolsonaro; ex-presidente se queixou de "muita coisa escrita" 

 Livro falso como objeto de decoração é bastante comum em casas de chiques & famosos. Muitos bacanas até confessam esse expediente numa boa, sem a menor culpa ou pudor. Nem coram as bochechas. 

Livro falso apenas para servir de caixa 2, como se fosse um minúsculo cofre que se multiplica pela casa ou mansão, nunca tinha visto. É novidade. É lançamento da turma do PL. 

nfluenciadora bolsonarista se diz contra o voto feminino em vídeo nas redes

 


Pietra Bertolazzi disse ser contra o voto feminino e o aborto em vídeo nas redes, ao mesmo tempo em que defende a igualdade salarial. 


Veja os 40 artistas que receberam R$ 3 bi em shows com dinheiro público

 

Wesley Safadão, Xand Avião e Ana Castela estão no top 40; líder do levantamento ultrapassa R$ 158 milhões em cachês

Por Bruno Stankevicius Bassi – De Olho nos Ruralistas  

Apenas quarenta bandas receberam R$ 3,08 bilhões desde 1º de janeiro de 2024 em shows públicos, pagos por prefeituras e governos estaduais. Somente um artista recebeu R$ 158 milhões. A maior parte desse dinheiro – R$ 1,78 bilhão dos R$ 3,08 bilhões – foi para um grupo seleto de vinte artistas ligados a apenas cinco produtoras. Duas delas pertencem a Wesley Safadão e Xand Avião – empresários e artistas, eles mesmos na lista dos mais contratados.