domingo, 27 de maio de 2018

Vídeo: Criança pendurada é salva por imigrante que escalou prédio em Paris


Em cerca de 30 segundos ele escalou as varandas e resgatou a criança pendurada, que ficou em choque após o susto. O pai do menino foi preso

Da Agência France-Presse

Um jovem malês com documentação irregular escalou a fachada de um prédio em Paris para socorrer um menino de 4 anos pendurado, informaram diversas fontes neste domingo (27). O pai do menino foi preso. O resgate espetacular, gravado e divulgado nas redes sociais, mostra o malês Mamudu Gasama escalar em trinta segundos quatro varandas da fachada de um prédio para chegar ao quarto andar, recuperar o menino pendurado e colocá-lo em segurança.

"Por sorte, havia alguém com boas condições físicas e com coragem para ir buscar o menino", afirmaram os bombeiros. A criança e Gasama foram levados a um hospital para exames de rotina. "O socorrista se queixava do seu joelho e o menino estava em choque", indicaram os bombeiros, afirmando que os dois passam bem.

URGENTE! URGENTE! EM NOTA LÍDER DOS CAMINHONEIROS REJEITA INTERVENÇÃO MILITAR

LEIA NA ÍNTEGRA NOTA DE FONSECA, O LEGÍTIMO LÍDER
 DOS CAMINHONEIROS 

O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (ABCAM), José da Fonseca Lopes, utilizou as redes sociais neste domingo (27) para rechaçar pedidos de intervenção militar no país. “E confesso que estou muito assustado com essa posição”, disse o líder dos caminhoneiros que paralisa o Brasil há uma semana.

“Vocês sabem o que é uma Intervenção Militar? Não podemos clamar por uma Intervenção Militar, esse pedido está equivocado e não será o remédio apropriado para a nossa situação”, alertou.

Fonseca ainda disse que as Forças Armadas se reunirão hoje com o intuito de “intervir”, isto é, descer a borracha nos caminhoneiros, a pedido de Michel Temer.

“Aí pergunto a todos: é isso que estamos querendo?”, questionou o líder dos caminhoneiros.

A seguir, leia a íntegra da nota do presidente da ABCAM:

SOBRE OS PEDIDOS DE INTERVENÇÃO MILITAR:

ALERTA URGENTE!!!! – DIA 27/05/18 ÀS 13:20

Caminhoneiros, bom tarde!!! Estou observando que a maioria dos participantes dessa grande e única manifestação E NUNCA VISTA EM NOSSO PAÍS, proclamam por uma Intervenção Militar já!!! E confesso que estou muito assustado com essa posição. Então eu pergunto a todos esses que clamam por uma intervenção militar: – Vocês sabem o que é uma Intervenção Militar????

Em países onde vigora o Estado Democrático de Direito que o caso do BRASIL, algo como uma “intervenção militar” em que acontece o uso do poder das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) só pode ocorrer sob ordem dos poderes constituídos, isto é, dos conselhos formados por membros do Poder Executivo e do Poder Legislativo e com a devida supervisão do Poder Judiciário. No Brasil, as intervenções militares, segundo a Constituição Brasileira de 1988, só podem efetivar-se legalmente em três casos específicos:

1) intervenção federal;
2) Estado de Defesa;
3) Estado de Sítio.

Então pessoal, não podemos clamar por uma Intervenção Militar, esse pedido está equivocado e não será o remédio apropriado para a nossa situação.

Devemos tomar cuidado com o que estamos postando, porque numa intervenção militar os mesmos personagens continuaram no poder e penso que o povo quer mudar justamente isso, tirar esses hipócritas do poder agora. Não é isso mesmo que todos nós almejamos pessoal????

Se vocês querem saber o General Villas Boas está reunido neste momento na sala do Alto-Comando do exército (27/05), sob a coordenação do Ministro da Defesa e com a presença dos comandantes das Forças e outros militares, para uma vídeo-conferência com os responsáveis por áreas de atuação na solução da “greve dos caminhoneiros”.

Isso quer dizer que se for necessário as forças armadas por decisão do governo intervirão em favor da ordem a pedido do presidente da república e aí pergunto a todos: – é isso que estamos querendo???

Vamos pensar um pouco nisso!!!

Fonseca – Presidente da ABCAM


Do blog do Esmael

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Transportadores autônomos e agregados, qual a diferença?


Por: Me. Adriano José Azeredo, mestre em Ciências Contábeis pela UNISINOS e coordenador do curso de Logística da Univates.

No Brasil, 60% dos produtos comprados por você chegam até sua casa, ao supermercado, as lojas, entre outros locais, por meio do transporte rodoviário de cargas. Esse índice, divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes (2017), aponta para a importância dos caminhoneiros no processo logístico e de desenvolvimento do Brasil.

Dependendo da distância entre a origem e o destino dos produtos, envolvem-se no transporte, vários operadores como empresas transportadoras, profissionais autônomos ou ainda agregados.

Nas empresas transportadoras, os caminhoneiros são contratados como funcionários conforme a legislação trabalhista brasileira, eliminando riscos materiais relacionados ao veículo e ao negócio. Possuem horário de trabalho definido e um ganho fixo mensal certo.

Do lado oposto, os que atuam como autônomos possuem horários de trabalho mais flexíveis e negociação dos valores dos fretes diretamente com o contratante, mas assumem os riscos do veículo e do negócio. Em outras palavras, esse profissional vende o seu serviço e gerencia as receitas e despesas geradas na sua prestação. O zelo pelo veículo e por outros bens necessários para a execução do transporte, bem como pela qualidade do serviço prestado também são de responsabilidade do transportador autônomo.

O motorista agregado também é autônomo, porém presta serviços mediante contrato estabelecido com uma transportadora. Nesta modalidade, o valor do frete, rota de transporte, prazo de entrega dos produtos, são negociados entre o cliente e a transportadora, cabendo ao motorista executar o serviço.
Mesmo com nomes diferentes, esses profissionais sempre trabalham com muito zelo e solicitude para nos entregar os produtos do jeitinho que imaginamos receber.

Por: Me. Adriano José Azeredo, mestre em Ciências Contábeis pela UNISINOS e coordenador do curso de Logística da Univates.




Abaixo assinado diz NÃO a lei do deputado federal Valdir Colatto que permite a caça



Queridos amigos e amigas, amantes dos animais, juntos podemos dizer NÃO à lei do Deputado Valdir Colatto, que permite a caça de todos nossos animais silvestres, testes em laboratório, entre outras coisas terríveis.

Precisamos 20 mil apoios. Sem participar da política não podemos mudar o mundo dos nossos pequenos amigos.

1.   clique no site abaixo:
2.    

2.CLIQUE NO BOTÃO APOIAR
3. CONFIRME SEU APOIO
4. PARA CONFIRMAR CLIQUE NO ENTRAR COM O FACEBOOK, PRONTO SÓ ASSIM VOTARAM NA MUDANÇA DA LEI

Senado Federal – Programa e-Cidadania – Ideia Legislativa

Apoie essa Ideia Legislativa: “CRIMES A NATUREZA E ANIMAIS SILVESTRES E DOMÉSTICOS,PENAS DE 12 ANOS E MULTAS. “

www12.senado.leg.br

Foto de capa: Zarina (arquivo pessoal de Tali Feld Gleiser)

‘Vai correr sangue na estrada’, alerta líder dos caminhoneiros


A decisão de Michel Temer de colocar o Exército para reprimir a greve dos caminhoneiros não intimidou os manifestantes. “Ninguém vai conseguir tirar o caminhoneiro. Vai correr sangue nisso aí”, advertiu José da Fonseca Lopes, presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros).

Temer resolveu partir para a violência ao invés de modificar a política de reajustes abusivos nos combustíveis praticada pela Petrobras. Em outubro de 2016, a estatal atrelou os aumentos da gasolina e do diesel às variações cambiais e à cotação internacional do petróleo. Nesse período, os especialista dizem que houve 222 aumentos nos preços dos combustíveis para os consumidores brasileiros.

“O caminhoneiro é uma pessoa rude, uma pessoa simples. Quando ele entra numa briga, é difícil de tirar ele dessa briga”, disse. “Então isso pode criar sérios transtornos. Espero que não. Eu vou fazer o que eu posso para acontecer isso”, disse o líder dos caminhoneiros à Folha.

A principal justificativa de Temer para empregar as Forças Armadas contra os grevistas é que os frangos estão se “canibalizando” nas granjas por falta de comida.

Do blog do Esmael


Temer autoriza uso de forças federais para desbloquear rodovias



Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil -  Brasília

O governo federal autorizou o uso de forças federais de segurança para liberar as estradas bloqueadas pelos caminhoneiros caso as estradas não sejam desbloqueadas pelo movimento. O anúncio foi feito há pouco pelo presidente Michel Temer, em pronunciamento no Palácio do Planalto. A decisão foi tomada após reunião no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que contou com a participação de ministros e do presidente.

"Quero anunciar um plano de segurança imeadiato para acionar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos governadores que façam o mesmo. Não vamos permitir que a população fiquem sem os gêneros de primeira necessidade, que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas e crianças fiquem sem escolas. Quem bloqueia estradas de maneira radical será responsabilizado. O governo teve a coragem de dialogar, agora terá coragem de usar sua autoridade em defesa do povo brasileiro."

Ontem (24), os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Eduardo Guardia (Fazenda) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) anunciaram acordo para suspensão dos protestos da categoria por 15 dias, quando as partes voltarão a se reunir.

Hoje (25), no entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não registra desmobilização de pontos de manifestação de caminhoneiros nas rodovias do país. O ministro Eliseu Padilha disse também nesta sexta-feira que o governo confia no cumprimento do acordo firmado ontem com as lideranças do movimento.

A decisão de suspender a paralisação, porém, não é unânime. Das 11 entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, duas delas, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil trabalhadores, recusaram a proposta.

Hoje a Abcam divulgou nota na qual afirma que, ao contrário de outras entidades, "que se dizem representantes da categoria, a Abcam, não trairá os caminhoneiros". "Continuaremos firmes com pedido inicial: isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o diesel, publicada no Diário Oficial da União", diz o texto.

Caminhoneiros aprofundam o enigma: Para onde vai a direita?


Toda crise é iniciada a partir de fatos concretos. O rumo que eles vão tomando no desenrolar dos acontecimentos depende da ação dos atores e dos interesses em jogo.

Por Ricardo Capelli* Foto: Vitor Jubini

O tucano Pedro Parente conduziu o Brasil para mais um desastre. O “grande” executivo geriu a Petrobras preocupado apenas em proteger a empresa e seus acionistas das variações do preço do petróleo no mercado internacional.

Descolado de qualquer projeto de nação, Parente deu uma banana ao país e decidiu repassar para os operadores e consumidores as variações dos preços, sem qualquer responsabilidade, planejamento ou estratégia.

Com os preços variando muito em um único mês, uma brutal instabilidade tomou conta do mercado de combustíveis e transportes, com forte impacto na economia.

A política de preços da Petrobras é uma questão de Estado. A empresa não tem que necessariamente assumir os riscos das flutuações. Mas o bom senso indica que a companhia estabeleça uma previsibilidade mínima nos reajustes, orientando o mercado e os contratos que serão firmados para a possível volatilidade embutida.

A lógica irresponsável de soluços e instabilidade permanente desarrumou a economia nacional e isolou o governo. Caminhoneiros, contratantes, transportadoras, distribuidoras, consumidores, enfim, um isolamento fantástico que entrará para os anais da estupidez econômica e política.

A desorganização abriu margem para todo tipo de oportunistas, afundando ainda mais a economia. Preços dispararam, a sensação de descontrole bateu no teto trazendo mais insegurança para uma população saturada de sustos.

Foi a pá de cal no esquálido governo Temer. O presidente nunca esteve tão “na mão” de Raquel Dodge. Se a PGR apresentar a terceira denúncia, dificilmente resistirá.

A política alvejada pela Lava Jato, o executivo e o legislativo acuados, o desemprego batendo recordes e as projeções econômicas sendo refeitas para baixo. Agregue a isso uma crise com o setor de combustíveis/transportes. Temos um país paralisado e à deriva.

A Globo faz ampla cobertura do movimento com uma linha política clara. Joga Temer aos leões, insufla a população e tenta preservar Parente. O responsável pelo caos é o fiel representante dos interesses antinacionais na empresa.

A direita continua sem candidato. Alckmin, sócio do golpe e do desastre, patina nas pesquisas. Rodrigo Maia tem claros limites eleitorais. Flávio Rocha e Amoedo não tem expressão. Álvaro Dias é o “novo botox” circunscrito ao Paraná. Meirelles carrega o caixão do Planalto. Sobra apenas Bolsonaro, que lidera as pesquisas na ausência de Lula.

Febre de quarenta graus pode ocasionar convulsão. Um antitérmico padrão não basta. O agravamento da crise joga o país novamente para os pólos. O candidato “anti-establishment”, que surfa na negação da política pela extrema direita, sai fortalecido. O PT, que também aposta na radicalização, ganha pontos em sua estratégia.

O mercado vai aderir ao Capitão? Rodrigo Maia irá finalmente embarcar no projeto da Globo de derrubar Temer? A PGR apresentará a terceira denúncia? A queda de Temer teria que desfecho? Há risco real de uma intervenção judicial-militar com o adiamento das eleições?

Se a esquerda continua dividida enfrentando dificuldades, é fato que a direita também continua perdida. O movimento dos caminhoneiros acendeu o alerta máximo, na sociedade e na direita. “Algo” precisa ser feito. Nervos à flor da pele exigem “decisão e radicalidade”.

População anestesiada, desempregada e cada vez mais indignada com a política. A direita encurralada, com um golpe fracassado nas mãos e sem conseguir encontrar saídas plausíveis pelo caminho do voto.

É bom colocar as barbas de molho, conversar muito com o povo e evitar arroubos. O momento é de grande instabilidade e incerteza. Uma coisa apenas é certa: o jogo da direita ainda não está jogado. Vêm cartas novas por aí.

Com informações portal vermelho.