sexta-feira, 14 de julho de 2017

PREFEITURA CANCELA FESTA DA TAINHA

O governo petista tem que prestar contas dos R$30.000,00 mil

O prefeito de Imbituba Rosenvaldo Junior (PT)  cancelou, na surdina, a Festa da Tainha prevista para os dias 08,09 de julho passado. Mesmo não anunciado oficialmente o cancelamento foi feito na semana que passou.

As despesas para os dois dias do evento ficaria em torno de R$30 mil vindo de dotações orçamentarias próprias, conforme lei aprovada pela Câmara de Vereadores em 28 de junho de 2017.  
Segundo fontes, o real motivo do cancelamento da festa foi uma tremenda briga interna na secretaria do Turismo e na Secretaria da pesca do governo petista que levou inclusive a exonerações de servidores.

As mesmas fontes afirmam que o músico contratado para o evento está questionando os organizadores pela suspensão já que desmarcou uma série de eventos e não pode ficar no prejuízo.

Tudo isso está acontecendo na surdina e sem nenhuma nota oficial que explique porque foi cancelado e como será honrado os compromissos com fornecedores.

É importante a festa da tainha e sua inserção no calendário turístico do município, mas com esse governo as coisas não são fáceis..

Enquanto isso o prefeito passeia no exterior e o vice se nega a assumir. Estamos bem arrumados!


FEIRA DE EMPREGO

A Fucap realiza no sábado a Feira de Emprego, Tecnologia e Profissão


FUCAP REALIZA FEIRA DE EMPREGO 

A Fucap realiza no sábado a Feira de Emprego, Tecnologia e Profissão, com o objetivo de unir profissionais em busca de oportunidades de trabalho com empresas que buscam empregados com perfis específicos.

O evento será iniciado às 9h e é aberto a toda a comunidade e também às empresas. “Percebemos que muitas pessoas estão procurando emprego, bem como diversas companhias buscam profissionais com determinadas características, mas muitas vezes essas informações não chegam para quem precisa e tem o perfil da vaga. Nossa intenção é auxiliar neste processo”, aponta Marcelo Henriques Lintz, do setor comercial da faculdade.

Segundo ele, no local vai haver espaço pra conversas entre os profissionais e representantes das empresas, bem como para que estas anunciem suas vagas. “A companhia que não pode enviar um representante pode entrar em contato que suas vagas abertas serão anunciadas e os trabalhadores poderão entrar em contato posteriormente. Aconselhamos que os participantes tragam currículo e também anotem as informações das vagas que lhes interessam para contato”, completa Marcelo.

Também vão ocorrer workshops sobre como formatar um currículo e orientação de carreira, a partir das 10h30. “As empresas que desejam participar da feira precisam entrar em contato conosco até sexta-feira. Já a comunidade não precisa fazer inscrição prévia e basta vir no dia do evento”, comenta. O telefone para contato é (48) 3623-6039.

Fonte: Diário do Sul

quinta-feira, 13 de julho de 2017

DESAFIO DAS ONDAS GRANDES



Reunião define detalhes para “Desafio das Ondas Grandes”


Membros da Associação de Surf e Tow-in do Farol de Santa Marta (ASTFSM) se reuniram no começo da semana com o prefeito de Laguna, Mauro Candemil, para acertar detalhes para o “Desafio das Ondas Grandes”. O evento, de nível internacional, ocorrerá na cidade entre 1º de agosto e 30 de novembro.

A data só poderá ser definida num espaço de cinco dias antes, quando detectarem as condições favoráveis para a prática do esporte. Atletas nacionais e internacionais marcarão presença.

De acordo com um dos organizadores, Frederico Leite, todos os cuidados estão sendo tomados para garantir a realização do evento e a tranquilidade dos participantes e visitantes. “O governo do Estado já sinalizou os recursos e a APA da Baleia Franca já aprovou o projeto e disponibilizou as licenças pertinentes”.

O prefeito sinalizou que dará todo o apoio necessário e que um comitê será formado para garantir todas as ações pertinentes ao município para a realização do evento.

Já o  vereador Peterson Crippa salientou que o evento deve reunir cerca de 10 mil pessoas. Ele também mencionou o fato de os participantes estarem na cidade com, no mínimo, 10 dias de antecedência, o que garante a lotação de hotéis, pousadas, restaurantes e afins. “O município necessita de eventos na baixa temporada, especialmente em se tratando de um evento de nível internacional”, salientou.

Uma nova reunião foi marcada para o próximo dia 24 de julho para definir outros detalhes.


Fonte: Diário do Sul

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Maquiar a rua não resolve

Tapar-buraco ajuda, até a próxima chuva.

Cidade de Imbituba, uma das que mais arrecada na Amurel não possui parte significativa das ruas pavimentadas, quer seja com asfalto, lajotas ou outros.

Reclamações são muitas e em tempos de chuvas quando a gritaria é geral percebemos que os órgãos responsáveis se mexem fazendo uma espécie de maquiagem, colocam um aterro aqui outros ali passam um trator como se fosse resolver alguma coisa.

A população sofrida até se esquece de que tem direito a rua pavimentada, que não é nenhuma benesse e às vezes fica a mercê de politicalha, dos espertalhões que chegam à comunidade passam o trator e figuram nas redes sociais postando fotos como salvadores da pátria pelo feito realizado.

A falta de cronograma de obras é tão significativa que tapar um simples buraco vira ato administrativo dos mais relevantes e na realidade somente mostra a fragilidade e a falta de gestão da Prefeitura Petista. 


Fotos redes sociais

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Prefeitura de Imbituba cobra taxa de iluminação pública (TIP), mas serviços não são prestados

Falta vontade política ou competência para resolver

As reclamações são constantes devido à falta de manutenção da iluminação pública que tem deixado ruas às escuras na cidade de Imbituba. Moradores estão indignados com a situação já que uma lâmpada de poste apagada não é só insegurança que gera, mas também estamos pagando pelo seu tempo de inatividade.

A empresa Cerpalo - Cooperativa de Eletrificação Rural de Paulo Lopes que prestava serviço de forma terceirizada para manutenção da iluminação pública rompeu contrato com a Prefeitura por falta de pagamentos.

A Prefeitura mesmo recebendo milhares de reais através da cobrança da contribuição de iluminação pública, que é obrigatoriamente paga pelos cidadãos, não encontrou nenhuma alternativa emergencial para a solução do problema.

De acordo com a Lei Federal 8.987/95, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, os serviços não poderiam ser interrompidos, pois os cidadãos continuam pagando pela execução, no entanto, essa não ocorre causando prejuízos aos usuários que podem exigir ressarcimento.

Em contato com os órgãos responsáveis pela iluminação pública, o blog foi informado que a prefeitura está resolvendo o problema através da abertura de processo licitatório.

Conhecendo como funciona a burocracia da administração pública e a torre de babel instalada na Prefeitura o restabelecimento da normalidade não tem previsão.

Resta aos consumidores pedir ressarcimento judicialmente dos valores pagos na Taxa de Iluminação Pública (TIP).


sábado, 8 de julho de 2017

Laguna - Emissário submarino do Mar Grosso será avaliado


O Sistema Oceânico do Mar Grosso, composto pelo emissário submarino, estação elevatória e chaminé de equilíbrio, será diagnosticado pela empresa CB&I Brasil, vencedora de concorrência realizada pela Casan, envolvendo nada menos que R$ 629.801,06, para conferir as condições ambientais, estruturais e operacionais. 

A empresa deverá atualizar e recuperar o cadastro de estação elevatória final, chaminé de equilíbrio e do emissário submarino com mapeamento da posição real e atual, além de verificar o estado atual do sistema completo, a caracterização oceânica local, da água e dos sedimentos e a modelagem da hidrodinâmica da região, esclarecendo de uma vez por todas, se o equipamento comporta, ou não, outras ligações de novas edificações da orla da praia do Mar Grosso. 

Em caso negativo a Casan mudará a ligação de todas as edificações conectadas ao emissário na nova rede de esgotamento sanitário diretamente para a Estação de Tratamento da Vila Vitória, no Magalhães.

Construído em 1986, com 1.500 metros de extensão e 12 metros de profundidade, o emissário submarino atende a rede de coleta entre a região da Praça Francisco Pinho até a Praça Nelson Moreira, chamada de Praça do Villa.


Fonte: Jornal a Verdade

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Confira quais são as regras para participar do FIES e as novas regras de financiamento


Descubra como participar do processo seletivo para conseguir um financiamento do FIES em 2017!

Criado em 1999, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Governo Federal destinado a ajudar brasileiros de baixa renda a pagarem uma faculdade particular. Os juros são mais baixos do que os praticados no mercado e o estudante só começa a quitar a dívida depois de formado.
É uma ajuda e tanto para quem está com o orçamento apertado e não quer mais adiar o sonho de fazer um curso superior para turbinar a carreira. O empréstimo do FIES está disponível para cursos presenciais em todas as áreas do conhecimento, pelos quatro cantos do Brasil, em faculdades reconhecidas e bem avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC).

Descubra a seguir se você pode pedir um financiamento do FIES, o que é necessário para garantir o benefício em 2017 e algumas das principais faculdades participantes!


Quais são as regras do FIES em 2017?
O FIES andou sofrendo tantas mudanças recentemente que os interessados em conseguir o financiamento do Governo Federal ficam de orelha em pé a cada comunicado do MEC. A crise político-econômica e as restrições orçamentárias também contribuem para o medo de que as regras mudem mais uma vez ou, pior, que a próxima edição do programa não aconteça.
Se você tem receio de que o FIES não aconteça em 2017, pode ficar tranquilo. O MEC já divulgou, no Diário Oficial da União, todas as regras do Programa. E o melhor: elas não mudaram praticamente nada em relação ao ano passado!
Em linhas gerais, a instituição de ensino precisa cumprir as seguintes regras para oferecer vagas no FIES 2017:

  • Assinar o Termo de Participação dentro do prazo determinado, com o detalhamento das vagas ofertadas – somente faculdades que aderiram ao FIES podem oferecer vagas.
  • As instituições só podem oferecer vagas do FIES em cursos autorizados pelo MEC, na seguinte proporção: até 50% para cursos com nota máxima (5), até 40% para cursos com nota 4, até 30% para cursos com nota 3. Cursos que foram recentemente autorizados pelo MEC também podem entrar, desde que não ultrapassem 25% das vagas.
Para o interessado em conseguir o FIES, essas exigências são uma ótima notícia: significam que apenas cursos bem avaliados pelo MEC ficam disponíveis para financiamento.
As regras de participação dos candidatos no processo seletivo não mudam. Pode pedir o FIES 2017 quem:
  • Obteve pelo menos 450 pontos na média das provas e nota acima de zero na redação de qualquer edição do Enem a partir de 2010.
  • Tem renda familiar bruta mensal de no máximo três salários mínimos por pessoa.
Conforme vem acontecendo nas últimas edições, é responsabilidade do candidato:
  • Fazer a inscrição, pelo site oficial, dentro do prazo estipulado.
  • Preencher corretamente as informações solicitadas.
  • Consultar o resultado.
  • Realizar cadastro no SisFIES caso tenha sido pré-selecionado.
  • Cumprir os prazos de apresentação de documentos para seguir o processo de contratação do financiamento.
Como participar do FIES 2017
O primeiro passo para quem pretende pedir o FIES 2017 é verificar se atende aos requisitos de renda familiar e desempenho no Enem.
O MEC ainda não divulgou as datas da primeira edição do FIES 2017, mas sabe-se que, historicamente, as inscrições costumam ser abertas após a divulgação dos resultados de outro processo seletivo do Governo Federal, o Programa Universidade para Todos (ProUni).

Quem cumprir os requisitos deve, no prazo determinado pelo MEC, fazer a inscrição no site oficial do FIES Seleção.

Enquanto durarem as inscrições, o sistema do FIES divulga as notas de corte – pontuação mínima para passar em cada vaga, de acordo com universidade, curso e turno escolhidos. Durante esse período, o candidato pode modificar suas opções, buscando vagas em que seu desempenho no Enem seja suficiente para entrar.

O resultado do FIES é divulgado poucos dias após o encerramento das inscrições. Cuidado com os prazos! Caso tenha sido pré-selecionado, será necessário preencher um cadastro em outro sistema, o SisFIES.
É nessa etapa que se iniciam os procedimentos para contratar o financiamento do FIES: reunir documentação, levar à faculdade, apresentar ao banco, etc. É super importante ficar atento aos prazos de cada etapa para não perder a vaga.

Vale a pena fazer o FIES 2017?
O FIES é uma mão na roda para quem não tem condições de bancar sozinho uma boa faculdade. De maneira geral pode-se dizer que sim, vale a pena fazer o FIES 2017 para conseguir cursar o ensino superior e, assim, aumentar suas perspectivas no mercado de trabalho.
No entanto, é importante lembrar que o FIES é um empréstimo estudantil. No prazo determinado pelo contrato, será necessário devolver o valor ao Governo Federal. Dependendo do percentual financiado, o estudante ainda precisa pagar uma parte da mensalidade à faculdade, além das parcelas trimestrais referentes aos juros.

As vantagens do FIES são:
  • Os juros são mais baixos do que os praticados no mercado.
  • O prazo para pagamento é longo.
  • A dívida só começa a ser quitada após a formatura.
Faculdades que aceitam o FIES
Confira algumas instituições que costumam oferecer vagas pelo FIES:
Novas regras para financiamento

As mudanças no Fies foram apresentadas hoje (6), em cerimônia no Palácio do Planalto. Serão três tipos de financiamento. A primeira modalidade terá financiamento com recursos públicos e irá oferecer 100 mil vagas por ano, com juro zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de três salários mínimos. Atualmente, a taxa de juros do Fies é de 6,5% ao ano.
O risco do financiamento, que atualmente é apenas do governo, será compartilhado com as universidades privadas. “No mundo todo, as universidades compartilham o custo com o governo. Aqui, grande parte do risco da inadimplência ficava concentrada no Tesouro Nacional, agora se corrige isso”, explicou Mansueto. Segundo ele, o governo vai colocar R$ 2 bilhões nos próximos quatro anos para o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).
Saiba Mais
Outra mudança anunciada hoje foi a fixação de um limite médio de 10% da renda do trabalhador para o pagamento do Fies, no caso do financiamento com recursos públicos. Atualmente, não há limite para o endividamento dos alunos. “O Fies não é o único item consignável, o trabalhador pode consignar para outros fins, até para crédito pessoal. Então, não faz sentido o Fies comprometer mais do que isso. No Fies antigo, não havia limite, agora vai ter esse limite médio de 10%”, explicou o ministro da Educação, Mendonça Filho.
O MEC ainda não definiu quais os cursos serão priorizados nas ofertas de vagas do Fies, mas Mendonça Filho disse que o ministério deverá enfatizar as áreas que possam gerar melhor renda e tenham maior demanda do mercado de trabalho.
As novas regras do Fies vão valer apenas para contratos firmados a partir do ano que vem. Neste semestre, o MEC vai oferecer 75 mil novas vagas de contratos de financiamento, ainda com as regras atuais: podem participar os estudantes com que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 e tiveram média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O estudante também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.
Segundo o Ministério da Educação, atualmente há mais de 2,5 milhões de contratos ativos no Fies.

Fundos Regionais
A segunda modalidade de financiamento do Fies será destinada a alunos com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos. A fonte de recursos serão os fundos constitucionais regionais, com juros baixos e risco de inadimplência assumido pelos bancos. Serão ofertadas 150 mil vagas em 2018 para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Na terceira modalidade, o Fies terá como fontes de recursos o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os fundos regionais de desenvolvimento das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com juros baixos, também para estudantes com renda familiar per capita mensal de até cinco salários mínimos. O risco de crédito também será dos bancos. Serão ofertadas 60 mil vagas no próximo ano. Nessa modalidade, o MEC discute com o Ministério do Trabalho uma nova linha de financiamento que pode garantir mais 20 mil vagas adicionais em 2018.

Segundo o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, não há risco de faltar recursos para apoiar os futuros projetos de desenvolvimento para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, pois a programação financeira para os próximos quatro anos é mais do que suficiente para fazer frente às demandas por financiamentos.

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