quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Imbituba tem índice negativo de empregos formais em junho e julho

Foi 605 admissões contra 672 demissões, o que gerou um salto negativo de 67 novos empregos formais no bimestre


Segundo dados oficiais do  CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, a cidade portuária de Imbituba tem índice negativo de empregos formais por dois meses consecutivos. Veja o quadro abaixo:


Perfil do Município - JULHO


1) Admissões
312
8,80
3.546
0,41
75.432
0,03
1.219.187

2) Desligamentos
319
9,55
3.342
0,42
75.673
0,03
1.171.868

Nº Emp. Formais - 1º Jan/2018
9.277
9,25
100.328
0,47
1.961.145
0,02
37.868.331

Total de Estabelecimentos
2.583
10,53
24.536
0,60
431.061
0,03
8.055.690

Variação Absoluta
-7

204

-241

47.319



Perfil do Município - JUNHO


1) Admissões
293
9,38
3.125
0,44
67.088
0,03
1.167.531

2) Desligamentos
353
9,66
3.653
0,50
71.108
0,03
1.168.192

Nº Emp. Formais - 1º Jan/2018
9.277
9,25
100.328
0,47
1.961.145
0,02
37.868.331

Total de Estabelecimentos
2.583
10,53
24.536
0,60
431.061
0,03
8.055.690

Variação Absoluta
-60

-528

-4.020

-661


O executivo municipal comandado pelo PT e MDB não conseguem fomentar alternativas de desenvolvimento e analista já apontam como tragédia para as famílias e para a cidade esta seguida queda nos níveis dos empregos formais já que jovens em idade produtiva são obrigados a migrar para outros cantos do estado ou país.

O absurdo é que a prefeitura e a câmara de vereadores se transformaram em um imenso cabide de emprego para apadrinhados, enquanto a maioria do povo sofre com a recessão e falta de alternativa de trabalho.

Foram nada mais nada menos 129 cargos comissionados dados a apadrinhados e questionados pela justiça (Veja matéria abaixo)

Triste final de gestão de Rosenvaldo e Cia.

Veja também: TREM DA ALEGRIA DOS COMISSIONADOS

STJ determina extensão de adicional de 25% mensal para todos os aposentados com assistência permanente

Corte Superior estende o direito para os aposentados por idade, por tempo de contribuição e especiais. Até então, só os aposentados por invalidez tinham acesso ao adicional. Segundo especialistas, a decisão do STJ pode pacificar esta questão, pouco divulgada. Ou seja, o segurado que teve seu pedido negado poderá acionar o Judiciário para garantir o direito ao adiciona

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu nesta quarta (22) a possibilidade de extensão do direito do adicional de 25% no benefício mensal para todos os aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisam de um cuidador ou assistência permanente de outra pessoa para suas necessidades básicas diárias. Até o momento, pela lei previdenciária, somente os aposentados por invalidez tinham acesso a esta remuneração adicional. A Corte julgou o Recurso Especial (Resp) 1.648.305/RS

O especialista em Direito Previdenciário João Badari, sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, explica que a decisão do STJ estende o direito para os aposentados por idade, por tempo de contribuição e especiais.

“Foi uma grande vitória social para o aposentado brasileiro. Acredito que a extensão deste direito para todos os aposentados é completamente justa e legal. Isso porque a intenção do legislador não foi proteger apenas o segurado que recebe aposentadoria por invalidez e sim todos aqueles aposentados que se encontram inválidos e precisam de um cuidador para as atividades rotineiras do seu dia a dia. Isso feria o princípio da isonomia. Independentemente da espécie de benefício houve, o custeio, ou seja, o beneficiário de aposentadoria pagou igual ao aposentado por invalidez, e deverá receber tal complemento do INSS, pois a vontade do legislador foi proteger o inválido que necessita da ajuda de terceiro, contratado ou não pelo mesmo”.

O especialista destaca também que a jurisprudência, ou seja, diversas decisões de tribunais brasileiros, vem estendendo esse benefício adicional também para outros aposentados “como aqueles que se aposentem por idade ou por tempo de contribuição, desde que também dependam da assistência integral de uma terceira pessoa. E a decisão do STJ pode pacificar esta questão. Ou seja, o segurado que teve seu pedido negado poderá acionar o Judiciário para garantir o direito ao adicional”.

Badari ressalta que este adicional é um benefício pouco divulgado, “mas muito importante para quem tem restrições de locomoção ou de outros tipos que o impeçam de fazer atividades diárias. É importante que, ao pedir a aposentadoria por invalidez no INSS, o segurado já peça na agência esse acréscimo”, explica.

Para garantir o adicional de 25% na aposentadoria, é preciso efetuar o requerimento na agência do INSS e, se necessário, realizar outra perícia médica para identificar as dificuldades que incapacitam o aposentado.


Por Vera Batista no Blog do Servidor - CB

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Um balanço das pesquisas eleitorais para Presidente da República

Click no vídeo

Um balanço das pesquisas eleitorais 

por Luis Nassif no GGN
O resultado mais relevante do IBOPE foi a constatação que 29% dos eleitores preferem o PT. É garantia para o 2o turno.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Trem da alegria na contratação de comissionados atingem várias cidades do Sul de SC entre elas Imbituba


Um total de 6.689 cargos comissionados ocupados em prefeituras e câmara de vereadores de Santa Catarina são alvo de contestação do Ministério Público na Justiça. Ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) foram ajuizadas após o órgão analisar leis e atos normativos que amparam funções comissionadas em cerca de 100 municípios catarinenses nos últimos dois anos. 

O trabalho identificou indícios de inconstitucionalidade em praticamente um terço das normas examinadas, resultado em 95 ações no Tribunal de Justiça.

As informações apuradas nesta semana dão conta de que Imbituba está dentro desta lista de municípios com cargos comissionados investigados. O município teria 129 casos.

Na região sul os municípios investigados são: Araranguá, 87, Braço do Norte, 22, Capivari de Baixo, 150, Criciúma, 160, Forquilhinha, 199, Içara, 161, Laguna, 28, Morro da Fumaça, 122, Morro Grande, 20, Orleans, 144, Siderópolis, 71, Sombrio, 56, Tubarão, 23, Urussanga, 13 e Imbituba, 129.

Prefeitos e presidentes de Câmaras Municipais da região terão que dar explicações sobre as contratações.

Segundo um colunista da região é “interessante destacar que os chefes dos executivos e legislativos sempre que podem reclamam da falta de dinheiro e das dívidas que receberam de seus antecessores. Para contratar e colocar seus apadrinhados nas folhas de pagamentos, eles nunca tem dificuldades”.

Novas informações em breve

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

A proposta necessária de limpar o nome dos inadimplentes


Por Luis Nassif, no GGN

A proposta de limpar os nomes de inadimplentes do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), pelo candidato Ciro Gomes, não é apenas factível, como imprescindível para tirar o país da crise. Quando uma parte irrelevante dos consumidores entra em inadimplência, é problema individual deles. Quando é um percentual relevante, é questão sistêmica. Se é sistêmica, não pode ser debitada a condutas individuais, mas a disfunções sérias do sistema. E só se resolve com ação coordenada pelas autoridades públicas.

A gestão Joaquim Levy, seguida da gestão Henrique Meirelles, promoveu um choque irresponsável de preços, juros e créditos. Repetiu os mesmos erros crassos do pós-real.

A economia vinha caminhando em determinado ritmo. Clientes pessoa física e jurídica planejaram seu endividamento em cima do ritmo passado da economia. Se o cenário piora, a política mais prudencial, da parte do Banco Central e da Fazenda, é induzir a uma redução gradativa do endividamento, com os tomadores tomando consciência do novo cenário e tendo condições de reciclar gradativamente seu passivo.


Nos dois momentos, recorreu-se a terapias de choque irresponsáveis: choque de juros, de tarifas e cortes de crédito. O resultado é o chamado efeito-engavetamento. As empresas que corriam mais, no período anterior, são as primeiras a bater na muralha da iliquidez. Atrás delas vem seus fornecedores, empregados, multiplicando a inadimplência por todo o sistema.

Pior. Ao primeiro sinal de atraso nos pagamentos, os clientes são apontados no SPC e aí se cria um cordão total de isolamento, que impede o acesso a qualquer forma de renegociação dos passivos.

Depois de lucrar com a expansão do crédito, os bancos deveriam ser co-responsáveis pelos prejuízos advindos da inadimplência. O correto seria chamar os clientes e propor uma renegociação acessível a cada um, com os bancos abrindo mão do excesso de juros visando viabilizar novamente a vida financeira do cliente.

Mas esse movimento só é possível se existir um agente coordenador, que seria o governo.

No caso brasileiro, quando a inadimplência começa a explodir, há uma competição entre os bancos pelos despojos dos clientes. O primeiro passo é jogar os clientes em faixas de crédito extorsivas, como o cheque especial cobrando 15% ao mês. Tiram o que podem, antes que o competidor faça o mesmo, sabendo que o resultado final será a inadimplência do cliente. Mas, quem chega primeiro consegue reduzir o prejuízo. A rodada seguinte é sobre as garantias. O corpo do cliente nem esquentou no caixão e lá estão os bancos disputando seu espólio.

No pós-Real, a saída com muito atraso foi o REFIS, exclusivamente para os tributos federais. Mas nos dois governos FHC a economia patinou porque não se resolveu adequadamente a alavancagem na economia.

Agora, teria que haver uma saída, coordenada pelo Banco Central, permitindo perdão de juros de mora e multa. Até como condição para a normalização do crédito e alguma esperança de recuperação da economia.

Aliás, essa proposta de limpar o nome do SPC deveria ser encampada por todos os candidatos.

sábado, 11 de agosto de 2018

terça-feira, 7 de agosto de 2018

MPF divulga lista de contas excluídas pelo Facebook por divulgar fake News, veja a lista

Procurador da República investiga rede de usuários desde setembro de 2017.  Em comunicado, o Facebook informou que foram removidas 196 páginas e 87 contas de usuários (foto: Joel Saget/AFP)

Por Rodrigo Melo/Estado de Minas

O Ministério Público Federal (MPF) de Goiás divulgou, nessa segunda-feira (6/8), a lista de páginas e perfis excluídos pelo Facebook no último dia 25 de julho. A relação foi pedida pelo procurador da República Ailton Benedito. Entre as contas retiradas pela plataforma, estão usuários ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL).

De acordo com o MPF, o procurador investiga o Facebook desde setembro de 2017 por “supostos atos de censura e bloqueio” de usuários brasileiros. Ao todo, foram retirados 196 páginas e 87 perfis (veja aqui a lista).

“Pelo grande interesse da sociedade nos fatos em apuração, o MPF dá publicidade e transparência às investigações e à lista recebida do Facebook”, publicou o procurador.

A plataforma alega que, após investigação, constatou que “as páginas e contas faziam parte de uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas.”

Na resposta ao MPF, o Facebook acrescentou que as páginas e perfis pessoais trabalhavam para gerenciar ou perpetuar e enganar as pessoas, gerando desinformação.”

Na lista estão páginas ligadas a ou que usam nomes de grupos políticos, como as do MBL de cidades do interior de São Paulo (Caraguatatuba, Jacareí, São José dos Campos e Taubaté), outras como Juventude Democratas, Instituto Liberal, DEM Mulher e Associação Politizada (essas de Joinville, Santa Catarina) e ainda as que levam o nome de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à presidência da República.

Há também contas que usam identificações simulando nomes de veículos de imprensa como G1- Portal de Notícias, CBM News e Portal Saúde.

Uma das páginas que saíram do ar tinha o nome de "Jornalivre", e tinha 128 mil seguidores. De acordo com postagens identificadas pela reportagem, os integrantes do MBL não escondiam que essa página era ligada ao grupo.

Nas publicações, a página "Jornalivre" atacava políticos e personalidades e usava manchetes e textos sensacionalistas e com uma grande quantidade de adjetivos para convencer os internautas das afirmações que fazia.

O líder do MBL e pré-candidato a deputado federal pelo DEM, Kim Kataguiri, admitiu que apenas uma das páginas retiradas do ar pelo Facebook nesta quarta-feira, Brasil 200, é ligada ao MBL. Ele negou as acusações de fake news e disse que vai entrar na Justiça.

"Tinha uma que era, sim, ligada à gente, que é a Brasil 200. Mas a do Diário Nacional e do Jornal Livre não, são parceiros nossos", disse Kim, após participar na plateia do Fórum Reconstrução Brasil, promovido pelo grupo Estado.