terça-feira, 24 de abril de 2018

DESMORALIZANTE!


A Prefeitura de Imbituba, através da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) anuncia convênio com a 3ª Companhia de Polícia Militar Ambiental nas atividades de fiscalização e educação ambiental voltada à preservação, conservação e melhoria do meio ambiente.

O processo não foi concluído e o Subcomandante, Tenente PM Fernando Magoga,  disse: “estamos no aguardo das demandas da Prefeitura de Imbituba, via Secretaria de Meio Ambiente, para confeccionarmos os termos do convênio e começarmos a parceria atuando com maior eficácia nesta região”.

O Secretario Paulo Márcio de Souza para justificar o convênio afirma que sua pasta trabalha com apenas dois fiscais que atendem a uma área territorial de 186,787 km².

Desmoralizante!
As portas de metade da gestão do Prefeito Rosenvaldo Junior (PT) ficam desnudas a torre de babel que se instalou.

Pergunto-me como conseguiram sucatear uma secretaria de tamanha importância para o desenvolvimento econômico da cidade?

IMBITUBA - PREFEITO ROSENVALDO JUNIOR (PT) CEDE E TARIFAS DO TRANSPORTE COLETIVO MUNICIPAL AUMENTAM

Transporte Coletivo de Imbituba é ruim e caro

Empresa Santo Anjo, responsável pelo serviço de transporte coletivo municipal ameaçou paralisar atividades se o Prefeito Rosenvaldo Junior (PT) não aumentasse as tarifas.

A Prefeitura cedeu à ameça, porém sem antes jogar para a torcida.  Entrou com medida judicial para evitar que os serviços fossem suspenso, mas nas entrelinhas diz em nota que nada impede que “valor pedido pela empresa seja reajustado administrativamente”.

Engana que eu gosto!

Dito e feito! As tarifas aumentaram e as linhas diminuíram penalizando sensivelmente a população, que  a partir do dia 21, sábado, sentirão no boldo  a diferença. As passagens passam para R$3,90 e R$ 4,10, conforme anúncio da Prefeitura de Imbituba. (Veja quadro acima).

Pinóquio

As promessas de que o transporte coletivo ia melhorar não se concretizou e Imbituba passa a ter, proporcionalmente, uma das mais caras passagens de Santa Catarina.

Mentiu prefeito e a câmara de vereadores



segunda-feira, 23 de abril de 2018

Anvisa autoriza venda de novos genéricos para HIV, pressão alta e reposição hormonal em homens

Quatro novos medicamentos genéricos tiveram sua venda autorizada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu aval para a comercialização de quatro novos medicamentos genéricos. A autorização foi publicada na edição desta segunda-feira (23) do Diário Oficial da União (DOU). Um deles é o Entricitabina combinado com Fumarato de Tenofovir Desoproxila, produto usado para o tratamento de pessoas que contraíram o vírus HIV. O medicamento de referência é o Truvada, cujas indicações incluem a profilaxia pré-exposição (PReP), usada para reduzir o risco de infecção pelo vírus adquirido sexualmente em adultos de alto risco. No Brasil, a detentora do registro é a Blanver Farmoquímica e Farmacêutica S/A.


Outro produto genérico inédito com registro aprovado pela Anvisa é o Perindopril Erbumina combinado com Indapamida, indicado para o tratamento da hipertensão arterial (pressão alta), que acomete uma a cada quatro pessoas adultas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). A empresa detentora do registro no país é a  EMS S/A.

Remédios genéricos
Medicamentos genéricos devem ser ao menos 35% mais baratos - Arquivo/Agência Brasil

Entre os produtos aprovados pela Anvisa, está também o genérico inédito Bilastina, indicado para o tratamento sintomático de rinoconjuntivite alérgica (intermitente ou persistente) e urticária. A empresa detentora do registro é a EMS S/A. A Anvisa ainda autorizou a venda do medicamento genérico Undecilato de Testosterona. Esse produto é usado em terapias de reposição de hormônio sexual em homens que apresentam hipogonadismo primário e secundário (doença que faz com que homens produzam pouca testosterona). A detentora do registro desse medicamento no Brasil é Eurofarma Laboratório S/A.

Preço

Pela legislação brasileira, o medicamento genérico deve ser disponibilizado no mercado com um desconto de, pelo menos, 35% em relação ao preço máximo da tabela da Anvisa. Somente em 2016, foram comercializadas 1,46 bilhão de embalagens de genéricos no Brasil. Essa quantidade representou 32,4% de todas as vendas efetuadas no ano, de acordo com informações da segunda edição do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico 2016, lançado do pela Anvisa em 2017.

Com informações de Pedro Rafael Vilela - Agência Brasil

Ex-diretor da Hypermarcas incluiu senador do PSDB de SC em delação

Nelson Mello incluiu em seu acordo repasses de R$ 11,5 milhões para a campanha do atual senador Paulo Bauer (PSDB-SC) ao governo de Santa Catarina (grThirteen/Thinkstock)


Por Fabio Serapião e Fausto Macedo, do Estadão Conteúdo

Brasília e São Paulo – O delator Nelson Mello, ex-diretor de Relações Institucionais Hypermarcas, atual Hypera Pharma, incluiu em seu acordo de colaboração premiada repasses de R$ 11,5 milhões para a campanha do atual senador Paulo Bauer (PSDB-SC) ao governo de Santa Catarina, em 2014. Os repasses, segundo Mello, teriam sido feitos por meio de contratos fictícios com três empresas.

A revelação do delator deu origem a um inquérito que tramita sob relatoria do ministro Edson Fachin, no Supremo Tribunal Federal (STF). O jornal O Estado de S. Paulo revelou que a PF investiga se Mello omitiu informações em sua delação para proteger o maior acionista da Hypera Pharma, João Alvez Queiroz Filho, e o CEO da empresa, Cláudio Bergamo. Os dois foram alvos de busca e apreensão na operação Tira-Teima, deflagrada pela PF na terça-feira, dia 10.

A informação sobre os repasses ao senador foi encaminhada à Procuradoria-geral da República após Mello ser questionado em 4 de julho do ano passado, meses após fechar seu acordo, sobre pagamentos da farmacêutica para as empresas Ycatu Saneamento, Prade & Prade Advogados e Instituto Paraná Pesquisas.

“Que os nomes das empresas inicialmente mencionadas, Ycatu, Prade e Prade Advogados e Instituto Paraná, tem quase absoluta certeza que não foram com o Milton Lyra; que apenas Funaro e Milton Lyra pediram a celebração de contratos fictícios ao depoente”, disse Mello à PGR no início de junho.

Cerca de 20 dias após essa primeira versão sobre os contratos, Mello, por meio de seu advogado, enviou à PGR “esclarecimentos adicionais”. No documento, o delator explica que nunca teve “motivo para ocultar a existência destes contratos e a omissão decorreu da circunstância de estar focado apenas nas pessoas de Lúcio Funaro e Milton Lyra.”

Os dois, apontados como operadores do MDB, foram os únicos citados na primeira versão da delação de Mello como intermediários de repasses para parlamentares do MDB.

Na segunda versão, entregue em 28 de julho, Mello incluiu os repasses às três empresas e explicou que “tais contratos, sem a efetiva prestação de serviços, foram firmados para ocultar doação não declarada de valores para a campanha do senador Paulo Bauer, em 2014, para o governo de Santa Catarina”.

“A doação foi feita porque o declarante considerou importante desenvolver laços políticos com parlamentar influente do PSDB, que concorre ao governo estadual e participava ativamente de assuntos relacionados à guerra fiscal entre os Estados e à indústria farmacêutica”, disse Mello.

Defesas
O senador Paulo Bauer (PSDB-SC), por meio de sua assessoria, disse que todos os recursos utilizados na campanha de 2014 “foram rigorosamente contabilizados, tendo sido as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral” e que defende “que a Justiça cumpra o seu papel e que os órgãos de investigação realizem com isenção e liberdade total o trabalho que a Constituição Federal lhes atribui”.
O Instituto Paraná Pesquisas, em nota, afirma que tem “compromisso com a excelência no trabalho, com respeito à verdade, à integridade e à retidão” e que “está à disposição das autoridades para prestar qualquer esclarecimento necessário e comprovar que jamais desviou-se do caminho da integridade”.

Em nota, a Hypera Pharma afirma: “A Companhia reitera que (a) está colaborando e colaborará com as investigações; (b) os atos praticados pelo ex-executivo foram objeto de auditoria conduzida por assessores externos, a qual concluiu que o Sr. Nelson José de Mello autorizou, por iniciativa própria, despesas sem as devidas comprovações das prestações de serviços; (c) foi ressarcida pelos prejuízos sofridos; e (d) não se beneficiou de quaisquer atos praticados isoladamente pelo ex-executivo.”

A reportagem não conseguiu contato com a Ycatu Saneamento. O Prade & Prade Advogados não retornou aos contatos da reportagem.
Com informações da Revista Exame.

A Reforma Trabalhista perdeu a validade, veja o que vale até nova decisão



Com o fim da validade da Medida Provisória 808/2017 a partir desta segunda-feira (23/4) e até que o governo federal venha a anunciar outras decisões, valem para os trabalhadores brasileiros as regras determinadas pela Lei 13.467/2017, que regulamentou a Reforma Trabalhista. Relembre o que mudou






Diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul sofre ameaças de internautas após criticar o Bolsonaro

Diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul sofre ameaças de internautas após criticar o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL/RJ)

Na quarta-feira, 18, o diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, Roberto Carlos Dias, falou sobre as ameaças que vem sofrendo de internautas após postar crítica ao deputador federal Jair Bolsonaro (PSL/RJ). O profissional da imprensa denunciou a situação à Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.

O jornalista conta que escreveu mensagem nas redes sociais que dizia “não adianta lamentar a morte de uma criança estuprada e defender o Bolsonaro, réu em dois processos por apologia ao estupro”. A opinião resultou em onda de agressões e intimidações no Facebook e em grupos de whatsapp. “Vamos arrebentar este lixo. Vamos atirar com bala de sal para que o ferimento nunca cure. Vamos pegá-lo na rua” foram algumas das ameaças relatadas por Roberto Carlos Dias, que ainda contou sobre um episódio além do mundo digital. De acordo com o jornalista, ele foi intimidado por um taxista num restaurante em Caxias do Sul.

“Vivo um exílio doméstico. Vou da casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não posso mais circular livremente, pois não sei até que ponto essas pessoas podem ir. Os comentários fortes que fazem mostram que não têm limites”, desabafou o comunicador de acordo com reportagem do sindicato.

Os casos de ameaça ao jornalista Dias serão acompanhados. Deputado pelo PSOL, Pedro Ruas vai conversar com o titular da Delegacia de Polícia, onde o boletim de ocorrência foi registrado. Além disso, o Ministério Público Estadual será procurado para que a investigação tenha acompanhamento. “Não estamos diante de um grupo de bate-papo nas redes sociais, mas de uma rede que se organiza para ameaçar, intimidar e violar direitos. É preciso tornar estas pessoas visíveis, pois a experiência mostra que são valentes nas redes. Na frente do juiz a conversa muda”, afirmou a deputada Manuela d’Ávila (PCdo B), que participou da reunião no orgão legislativo e defendeu o encaminhamento do caso para a Delegacia Especializada em Crimes Virtuais. Para a parlamentar, grupos de whatsapp que ameaçam de agressão e de atentado à vida “são quadrilhas, organizações criminosas que devem ser combatidas pela polícia”.

A reunião em que o jornalista denunciou as ameaças foi presidida pelo deputado Jeferson Fernandes (PT) e contou com a participação dos deputados Miriam Marroni (PT), Missionário Volnei (PR), Bombeiro Bianchini (PR), Luís Augusto Lara (PTB) e Valdeci Oliveira (PT).

Com informações de Portal Comunique-se

Ciclo de debates UFSC - ‘O Golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil’

O Ciclo de Debates “O Golpe de 2016 e o futuro da Democracia no Brasil” será realizado entre os dias 15 de março a 16 de maio, em um total de nove encontros, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). A iniciativa surge como resposta à polêmica em torno da oferta de uma disciplina sobre o “Golpe de 2016” na Universidade de Brasília (UnB), além de ser uma oportunidade para debater o tema no ambiente acadêmico.
Confira a programação:

1964, O Ano que se Prolonga
15 de março – 18h30, no Auditório do CFH
– Camilo Buss Araújo. “Cassações de mandato em nome da democracia: tramas político-partidárias antes e no imediato pós-golpe de 1964”.
– Paulo Krischke. “Podem voltar a crise e o golpe de 1964 contra o populismo?”

Nas Vésperas do Golpe
20 de março – 18h30, no Miniauditório CFH
– Adriano Duarte. “As manifestações de 2013 e suas interpretações.”
– Marcos Aurélio da Silva. “Reformismo fraco e crise orgânica.”
– Fábio Morales. “O antipetismo paulistano: conservadorismo e comportamento eleitoral, de Maluf a Doria e Bolsonaro.”

Aula Inaugural do CFH e do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH)
28 de março – 18h30, no Auditório do CFH
– Luis Felipe Miguel (UnB). “A Democracia em retração.”

Imagens do Golpe
02 de abril – 18h30, no Auditório CFH
– Jacques Mick. “Jornalistas, golpistas e golpeados”.
– Rafael Devos e Scott Head. “Imagens da política e a política das imagens em relação ao golpe”.

O Gênero do Golpe
11 de abril – 18h30, no Auditório Bloco E-Anexo
– Miriam Pillar Grossi. “O impeachment de Dilma Roussef e a resistência brasileira no exterior.”
– Janyne Satler. “A misoginia do Golpe de 2016.”
– Clair Castilhos. “O golpe e o setor de saúde , pelo olhar da Rede de Saúde feminina no país.”

Novos Retrocessos para um País Arcaico
18 de abril – 18h30, no Auditório do CFH
– Beatriz Mamigonian. “A escravidão, moderna e contemporânea, e a precarização das relações trabalhistas.”
– Edviges Ioris. “O Golpe e os povos indígenas e quilombolas.”
– Raul Burgos. “Algumas notas sobre as raízes sócio-políticas do golpe e as lutas democráticas hoje.”

Funerais dos Projetos para um País Soberano
24 de abril – 18h30, no Auditório do CFH
– Carmen Rial. “O Fim do MCTI e as restrições no Brasil pós-golpe.”
– Márcio Voigt. “A Política Externa do Governo Golpista.”
– Luiz Fernando Scheibe. “Privatização e entrega dos recursos naturais do País pelo governo golpista.”

Estado Exceção e Violência
2 de maio – 18h30, no Auditório do CFH
– Maria Borges. “Ética, direito e Estado de exceção”.
– Daniel Serravalle de Sá. “Cinema e ditadura no Brasil”
– Alexandre Fernandez Vaz. “Estado de exceção e democracia”.

Velhas Faces de um Novo Golpe
16 de maio – 18h30, no Auditório do CFH
– Márnio Teixeira-Pinto. “Universidade em tempo de crise: o m do regime autoritário, a Nova República e o Golpe de 2016.”
– Sonia Maluf. “O golpe de 2016 e os direitos das mulheres.”
– Alessandro Pinzani. “A ideologia da neutralidade ideológica.”

Mais informações:



Com informações da UFSC