Há
muitas pessoas que ainda não têm uma dimensão do tamanho da reserva de petróleo
e gás do Brasil
Todo o Pré-sal equivale a cerca de 7 vezes o atual PIB
do Brasil.
Isso mesmo!
Para ser mais exato 6,9 vezes toda a riqueza material atual do país.
O que foi explorado até agora equivale a pouco mais de 1% do total de petróleo
e gás natural, mesmo considerando que o pré-sal, hoje já produz cerca de 2
milhões de barris por dia (boe), ou 60% do total da produção no país.
Infelizmente, grande parte disso está sendo entregue a preço vil para as
petroleiras privadas estrangeiras (IOCs), depois de ter sido descoberto pela
Petrobras.
Assim, a renda petroleira extraída dessa riqueza passa para o controle
externo.
Como os novos donos desse petróleo e gás extraídos, as petroleiras estrangeiras
decidem o que fazer de sua produção e certamente levarão a maior parte para ser
beneficiada fora do país, onde suas receitas se multiplicarão, na medida em que
o produto processado ganha mais valor.
Da mesma forma, serão eles que decidirão onde e com quem comprar (ou fretar)
plataformas, equipamentos, serviços e tecnologia que deixarão de empregar até 8
milhões de pessoas no Brasil (em funções de altas qualificações) na próxima
década.
Assim, o golpe institucional de 2016, inverteu a lógica e começou a entregar, a
preço de xepa, a joia da coroa, descoberta pelos geólogos do Brasil.
Com informações - Blog do *Roberto Moraes.
*60 anos, engenheiro e professor titular
"sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ). Pesquisador atuante nos temas:
Petróleo-Porto; Espaço-Economia e Geopolítica da Energia.
Já faz alguns anos que a Amazônia passa por mais uma corrida do ouro, só que
desta vez “moderna”, como dizem os locais pró-garimpo. Não pelas
preocupações socioambientais crescentes, mas pelo uso de máquinas que
substituem parte daquele formigueiro de gente que víamos no passado por um
formigueiro mecanizado. São os chamados “PCs”, retroescavadeiras
hidráulicas que avançam de forma insana e avassaladora abrindo crateras
sobre a floresta.
O artigo é de Caetano Scannavino,
Empreendedor social, morador da Amazônia e coordenador do Projeto Saúde e
Alegria, publicado por CartaCapital, 05-06-2019.
No mais, os garimpos continuam como nos tempos do Velho
Oeste, mercuriais e febris por ouro, com governos coniventes, leis próprias,
sempre em nome do desenvolvimento como única alternativa para sobrevivência
econômica, pouco importando se estão em áreas proibidas como terras
indígenas (TIs) ou unidades de conservação (UCs).
Só no território Yanomami são mais de 10 mil garimpeiros
cavando a floresta, assoreando rios, contaminando águas, corrompendo indígenas, chamando
violência, prostituição, armas e drogas.
Já na bacia do Tapajós, vindos dos garimpos
ilegais dentro das Flonas (Florestas Nacionais) e Terras Munduruku, são despejados por ano mais de 7 milhões
de toneladas de sedimentos – o equivalente a um Brumadinho a cada 20 meses.
O mercúrio é um desses rejeitos. Ele é metilado no fundo
dos rios, quando então pode ser dissolvido nas células dos peixes que vão
alimentar as pessoas. Segundo o Dr. Erik Jennings, médico
neurologista que atua no Tapajós, existem vários estudos que
apontam níveis mercuriais bastante altos nos índios Munduruku (medidos
através do cabelo).
“Disso não temos mais dúvidas. O que falta agora são os
estudos clínicos, examinando bem a parte neurológica das pessoas, para se ver a
consequência que eles já estão tendo. A intoxicação mercurial atinge
o sistema nervoso deixando as pessoas sem concentração, reduz a memória, a
coordenação, causa déficit de inteligência e tremores incontroláveis. E as
crianças geradas por mães contaminadas também terão consequências devastadoras
em seus cérebros. Então, temos um grave problema social aí. Sem plena
capacidade cognitiva, o mercúrio tira das pessoas a capacidade de competir e
sobreviver numa sociedade de forma justa.”
Se já estava ruim nos governos anteriores, tende a
piorar ainda mais com um presidente que quer liberar o garimpo em terras indígenas. A tática é deixar os índios à
mercê dos garimpeiros ilegais, sem as devidas medidas protetivas ao
mesmo tempo que fecham as torneiras dos serviços assistenciais, colapsando a
atenção básica, a segurança alimentar… Sem opções, alguns indígenas acabam
induzidos a buscar apoio junto aos próprios garimpeiros, estabelecendo acordos
e/ou se envolvendo diretamente nas atividades extrativas. Com isso, pressionam
para dividi-los, abrindo as portas para a entrada de novos invasores.
É
perverso.
Até agora, pouco se ouviu sobre políticas que
diversifiquem as cadeias produtivas, reduzam a dependência do ouro e
incentivem a transição para economia da floresta em pé. Ao invés de
premiar a garimpagem legal coibindo as ilegalidades para que
as boas práticas predominem, o governo quer acabar com elas legalizando-as. O discurso
presidencial é pelo alívio da fiscalização e multas por crimes
ambientais – isso no país onde já reina a impunidade com menos de 5%
delas quitadas.
E assim será enquanto continuarmos com a visão
estreita de progresso e desenvolvimento, literalmente entregando o ouro, se
contentando com pouco quando se poderia ganhar muito mais, em todos os
sentidos.
A cultura econômica que se criou é de
país vira-lata, com alguns poucos se apropriando da riqueza que é de todos,
cometendo crimes ambientais em cascata, lucrando sem pagar impostos, inclusive
quebrando quem quer fazer a coisa certa, sufocados pela concorrência desleal. E
ainda deixam a conta do estrago para o Estado, ou seja, para você pagar.
O panorama da contaminação por mercúrio no
Tapajós (Fonte: CartaCapital)
Toda essa ilegalidade acontece a vista
de todos, Ibama, ICMBio, Funai, PF… E até de quem aqui me lê, se assim desejar,
bastando uma visita ao Google Maps.
O ouro continua falando mais alto do
que a fiscalização e a punição. Anos e anos de exploração tornaram os
municípios dourados reféns de uma economia movida por práticas predatórias e
pela “livre negociação armada”, onde o garimpo elege e governa, em todas as esferas.
Projetos de mineração estão sendo liberados dentro
de UCs pela ANM (Agência Nacional de
Mineração) em conluio com as Secretarias Municipais de Meio Ambiente. Além de
proibidos, não contam com estudos sérios de impacto e os devidos processos de
licenciamento ambiental. Só nas Flonas de Itaituba 1 e
2, região do Tapajós que se sobrepõe às terras
Munduruku, há 11 lavras já para exploração (mais 166 requerimentos) e 20
autorizações para pesquisa (mais 30 pedidos) – apenas em 2015, para Itaituba 2,
a ANM concedeu 6 autorizações para garimpos de diamante e
ouro.
“Para cada quilo legal, 10 saem ilegais”, disse Eugenio
Viana, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia de
Itaituba/PA, em reportagem para a Agência Pública.
Questionar isso não é ser contra o desenvolvimento, mas contra esse modelo que compromete tudo
e todos para favorecer só alguns. Se fosse bom, depois de tanto ouro extraído,
municípios áureos como Itaituba ou Jacareacanga já
deveriam ter asfalto 100%, rede de esgotos, água tratada, energia estável,
internet banda larga, escolas e hospitais de primeira.
Só que não, por exemplo, dentre os nossos 5,5 mil
municípios, Itaituba está no andar de baixo, ocupando o 4377º lugar no
ranking IFDM, enquanto Jacareacanga é o 7º pior e
menos desenvolvido do país (IFDM – Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal).
A decisão ainda proíbe o prefeito de fazer contato com
outros oito investigados na operação. São eles José Augusto Alves, o delegado
da Polícia Federal Fernando Caieron, Luciano da Cunha Teixeira, Cláudio Roberto
Bocorny Salgado, Hélio Sant’Anna e Silva Júnior, Marcelo Roberto Paiva, Luciano
Veloso Lima e Romanna Remor.
Gean Loureiro e outros agentes públicos são
investigados por suposta participação numa organização criminosa, que tinha
como objetivo blindar agentes políticos de investigações policiais. O grupo
teria, inclusive, contrabandeado equipamentos eletrônicos para evitar escutas e
rastreamentos telefônicos.
Pela sucessão natural, quem assumirá o cargo
interinamente é o vice-prefeito João Batista Nunes (PSDB), mas a posse
temporária ainda não foi confirmada.
Até o momento, a Polícia Federal tem divulgado poucas
informações sobre a investigação. Como a operação envolve agentes da própria
Polícia Federal, a instituição preferiu não se manifestar publicamente, nem
promover uma coletiva de imprensa sobre a Operação Chabu.
Oposição
A bancada de oposição na Câmara de Vereadores, composta
por PSOL, PT e PDT, lançou uma nota sobre as investigações e também se
pronunciaram em plenário na tarde desta terça-feira sobre o assunto. “Sem juízo
definitivo, sua prisão indica que temos à frente da administração municipal um
agente político que construiu sua trajetória por meios duvidosos e com provável
quebra de princípio basilar da ética e da honestidade, agindo de modo
incompatível com a dignidade e o decoro dos cargos”.
Ironia: Prefeito de
Florianópolis, preso por organização criminosa e outros crimes, saiu do MDB
para se afastar de escândalos.
Florianópolis/SC - A Polícia Federal deflagrou nesta
terça-feira (18/06) a Operação “Chabu”, que visa desarticular organização que
violava sigilo de operações policiais no Estado de Santa Catarina.
Policiais Federais cumpriram 30 mandados, sendo 23 de
busca e apreensão e 07 de prisão temporária em Santa Catarina, expedidos pelo
TRF 4 em Porto Alegre/RS. A PF prendeu o prefeito de Florianópolis, Gean
Loureiro, que deixou recentemente o MDB. Um delegado e o ex-secretário da Casa
Civil de Santa Catarina, Luciano Veloso, do MDB,também são alvos da ‘Chabu’.
Após análises dos materiais apreendidos durante a
Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018, foi apurado que a organização
criminosa construiu uma rede composta por um núcleo político, empresários, e servidores
da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal lotados em órgão de
inteligência e investigação, com o objetivo de embaraçar investigações
policiais em curso e proteger o núcleo político em troca de benesses
financeiras e políticas.
Durante as investigações foram apuradas várias práticas
ilícitas, dentre as quais destacam-se o vazamento sistemático de informações a
respeito de operações policiais a serem deflagradas até o contrabando de
equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras” a prova de
monitoramento em órgãos públicos e empresas.
A investigação apurou ainda que a quadrilha vazava
sistematicamente informações sobre operações policiais que ainda seriam
deflagradas e também contrabandeava equipamentos de contra inteligência para
montar "salas seguras", à prova de monitoramento, em órgãos públicos
e empresas.
Os elementos probatórios obtidos durante as
investigações apontam a prática de crimes de associação criminosa, corrupção
passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa,
além da tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização
criminosa.
Em Nota, a Policia Federal destacou que a repressão
contra atos ilegais de servidores do órgão policial é extremamente sensível e é
essencial para a manutenção da lisura e do compromisso que a Polícia Federal
tem de servir à sociedade brasileira.
O nome CHABU significa dar problema, dar errado, falha
no sistema; usado comumente em festas juninas quando falham fogos de artifício.
Termo empregado por alguns dos investigados para avisar da existência de
operações policiais que viriam a acontecer.
*Com informações da Assessoria de Comunicação da PF/SC
Folha' teve acesso a
gravação em que empresário espanhol admite que fez disparos em massa por
whatsapp. (O WhatsApp pede que usuários atualizem o aplicativo para corrigir
vulnerabilidade recém-descoberta Foto: JUSTIN SULLIVAN / AFP).
Por o Globo
SÃO PAULO - Empresas brasileiras contrataram uma
agência espanhola para enviar mensagens de whatsapp em massa a favor de Jair
Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, segundo reportagem publicada
nesta terça-feira pelo jornal "Folha de S.Paulo".
A reportagem da "Folha" teve acesso a um
áudio em que o empresário espanhol Luis Novoa, dono da agência Enviawhatsapps,
conta a um interlocutor que foi contratado por "empresas, açougues,
lavadoras de carros e fábricas" para fazer envios em massa a favor de
Bolsonaro no ano passado.
A gravação teria sido realizada durante um encontro de
Novoa com outros empresários.
Durante esse áudio, Novoa diz que só descobriu que a
contratação tinha o objetivo de fazer campanha política quando o Whastsapp
começou a cortar linhas telefônicas de sua empresa. Em outubro do ano passado,
a plataforma informou que o envio de mensagens em massa para influenciar
eleitores viola seus termos de uso.
Questionado sobre a reportagem na manhã desta terça-feira,
Bolsonaro respondeu que houve "milhões de mensagens a favor de sua
campanha":
— Teve milhões de mensagens a favor da minha campanha,
e talvez alguns milhões contra também — disse o presidente.
A legislação eleitoral brasileira proíbe doações de
empresas para campanhas políticas. A contratação de impulsionamento de redes
sociais só podem ser feitas pelas campanhas, segundo as regras do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE). O uso de softwares de disparo em massa é proibido nas
eleições pela lei brasileira.
Segundo a "Folha", não há indícios de que a
equipe de Bolsonaro soubesse da contratação do serviço prestado por Novoa.
Procurado pela reportagem, o empresário espanhol negou
que tenha trabalhado para campanhas eleitorais:
— É mentira, não trabalhamos com empresas que tenham
enviado campanhas políticas no Brasil —, afirmou Novoa à "Folha".
Ainda de acordo com o jornal, na eleição espanhola
deste ano, a Enviawhatsapps foi responsável pelas campanhas de disparos em
massa pelo aplicativo para os partidos Podemos e PSOE.
Em outubro do ano passado, a "Folha de São
Paulo" publicou reportagem que dizia que empresas que apoiavam a
candidatura de Bolsonaro pagaram até R$ 12 milhões com serviços especializados
em disparar mensagens por meio do whatsapp.
A meningite bacteriana é
uma infecção grave que pode ter como sequelas surdez e alterações cerebrais,
como epilepsia. Ela pode ser transmitida de uma pessoa para outra através de
gotículas de saliva ao falar, comer ou beijar, por exemplo.
Uma criança de 12 anos faleceu e outros casos não
confirmados com meningite estão internados
no Hospital São Camilo, município de Imbituba.
De acordo com a Secretaria de Saúde municipal, a prefeitura
suspendeu os Jogos Estudantis de Imbituba (JEIMB) que estavam sendo realizados
na cidade e também as aulas nas escolas municipais e estaduais. A medida foi
tomada para evitar a aglomeração de pessoas em locais fechados.
Segundo as autoridades, não há motivo para pânico, já
que os casos estão controlados e a vigilância atua no monitoramento e prevenção
da doença no município.
A meningite bacteriana traz sintomas Febre alta e
calafrios,alterações do estado mental, náusea e vômitos, áreas roxas, como
machucados erupções, pontos vermelhos,sensibilidade à luz (fotofobia), dor de
cabeça forte, pescoço rígido (meningismo).
Algumas
medidas para evitar a meningite bacteriana são:
Lavar
as mãos frequentemente, usando água e sabão,
especialmente após comer, utilizar o banheiro ou assoar o nariz;
Evitar
estar em contato com pacientes infectados com
meningite por muito tempo, não tocando em saliva ou secreções
respiratórias que possam estar em lenços, por exemplo;
Não
compartilhar objetos e comida, evitando usar os
talheres, pratos ou batons da pessoa infectada;
Ferver
todos os alimentos, pois as bactérias responsáveis
pela meningite são eliminadas a temperaturas superiores a 74ºC;
Colocar
o antebraço na frente da boca sempre que
tossir ou espirrar;
Utilizar
máscara sempre que for necessário estar
em contato com um paciente infectado;
Evitar
frequentar locais fechados com muita
gente, como shoppings, cinemas ou mercados, por exemplo.
"Os
atos delinquentes de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outros da Lava Jato só
puderam multiplicar-se por contarem com o endosso de vozes e atitudes que
deveriam eliminá-los", escreveu o jornalista
Por Jornal GGN
O jornalista Janio de Freitas publicou na Folha deste
domingo (16) um artigo destacando o papel da imprensa, de parte do Supremo
Tribunal Federal, de órgãos como o Conselho Nacional de Justiça e Conselho
Nacional do Ministério Público, além do ex-procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, nos atos delinquentes” de Sergio Moro e Deltan Dallagnol.
Janio frisa que há muito alguns críticos e advogados
que atuam na Lava Jato vem demonstrando os abusos cometidos no âmbito da
operação. Mas esses apontamentos foram diluídos ou mesmo abafados em meio à
cobertura tendenciosa.
“Os atos delinquentes de Sergio Moro, Deltan Dallagnol
e outros da Lava Jato só puderam multiplicar-se por contarem com o endosso de
vozes e atitudes que deveriam eliminá-los”, escreveu Janio.
“(…) a imprensa, incluído o telejornalismo, foi
contribuinte decisivo nas ilegalidades encabeçadas por Sergio Moro. Aceitou-as,
incensou-o, procurou tornar o menos legíveis e menos audíveis as deformações
violadoras da ordem legal e da ética judiciária”, acrescentou.
Para Janio, parte da grande mídia segue abraçada a Moro
e Dallagnol, não por acaso. “(…) a conduta da imprensa tem nomes, não foi
anônima nem está encerrada. Nem corrigida: as críticas de um ou outro
comentarista não compensaram o rápido esvaziamento das revelações do competente
The Intercept Brasil.”
AS
INSTITUIÇÕES
Sobre o Supremo, Janio apontou que os ministros Teori
Zavascki e Edson Fachin, relatores da Lava Jato, deveriam ter filtrado os
abusos da Lava Jato. Mas Fachin, assim como Cármen Lúcia e Luiz Fux, preferiram
“não o fazer, ou por demagógico medo de desagrados externos, ou por sujeição
majoritária à ideologia. Poucos [no STF] ficaram ilesos.”
“É indispensável reconhecer que
Gilmar Mendes esteve certo nos seus ataques a procedimentos de Sergio Moro e
dos procuradores da Lava Jato. Sem subscrever suas pesadas palavras, o sentido
do muito que disse, com desprezo de vários colegas, foi verdadeiro. Os que
apontaram as condutas transgressoras da Lava Jato foram muito atacados, mas
eram os que estavam certos. Está provado, com as vozes dos políticos Sergio Moro
e Deltan Dallagnol.”