Não parecia possível, mas 2021 foi ainda mais dramático que 2020. Não apenas pelo agravamento da pandemia, mas pelo aumento da fome, dos despejos, do desemprego, do recorde de desmatamento da Amazônia, que provocou uma seca atroz no Centro-Sul do país, trazendo sofrimento para os agricultores familiares e alta no preço dos alimentos.
A combinação de pandemia e insegurança alimentar, em
ambos os casos agravada pela gestão do governo federal, fez desse um ano duro
para a maior parte da população, enquanto Jair Bolsonaro distribuía dinheiro a
rodo para seus aliados no Congresso, através do orçamento secreto de Arthur
Lira. As violações de direitos, especialmente dos mais vulneráveis, se tornou
rotina no governo, acusado de genocídio indígena no Tribunal Penal
Internacional.
Por aqui, seguimos investigando a condução da crise
sanitária e econômica pelo governo Bolsonaro e examinando com lupa os efeitos
de sua política de...
Beba
na fonte> Agência
Pública
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