sábado, 6 de maio de 2017

Secretaria municipal de pesca e a paralisia de sempre

Nem as placas de orientação proibindo ou limitando as áreas de surf e acessos ao mar nesse período foram colocados

Imbituba: a migração das soberanas Mugil Cephalus também conhecidas como Tainhas - espécie de peixe marinho muito apreciado na culinária brasileira” por um período considerado “muito curto” sua captura de arrasto exige o fechamento de áreas de praias a esportes náuticos, especialmente o surf, a tarrafeiros, a pesca submarina nos costões e na saída de lanchas de pesca turísticas, as ditas voadeiras.

Mas somente a proibição da atividade de surf no período da safra da tainha é regulamentada na região de Imbituba.
                                             

As comunidades pesqueiras reclamam que a pesca de mergulho nos costões à noite, pesca com tarrafas na praia e costões e saída de lanchas de turismo no período de safra da tainha espalham os cardumes, não permitindo captura nos arrastões de praia.

Sai safra da tainha entra safra e a secretaria de pesca no município de Imbituba não diz para que foi criada.

Nem as placas de orientação proibindo ou limitando as áreas de surf e acessos ao mar nesse período foram colocados. Mas não é só isso.

A Colônia de pesca também tem sua responsabilidade nessa confusão.Geralmente se omitem. Não pressionam as autoridades da área para organizar melhor esse curto período em que a pesca da tainha movimenta a economia da região.

Até quando! os pescadores serão tratados como cidadãos de 2ª classe.

Até quando! a pesca não será tratada como atividade econômica relevante na região.

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