Por Brasil247
Somente após análise dos documentos, a Pfizer poderá
entrar com o pedido de registro do imunizante...
Beba na fonte> Brasil 247
Somente após análise dos documentos, a Pfizer poderá
entrar com o pedido de registro do imunizante...
Beba na fonte> Brasil 247
Beba
na fonte>Brasil 247
A tendência, segundo os entrevistados, é que Bolsonaro,
candidato ou não à reeleição, siga frágil até encerrar seu mandato em 2022..
Beba na fonte> https://apublica.org/2020/11/como-bolsonaro-saira-das-eleicoes-segundo-governistas-e-oposicao/
Parece que a turma de Paulo Guedes não leva muito a
sério a declaração de Jair Bolsonaro de que daria “cartão vermelho” a qualquer
integrante do governo que propusesse congelar aposentadorias. Pois é exatamente
isso que a cúpula do Ministério de Economia está negociando com o Centrão, já
quase livre da desagradável possibilidade de ser […]
.Beba na fonte>Tijolaço
Pesquisa indica que 73% das cidades têm menos siglas
com representação nos plenários municipais; fim das coligações afetou
composição.
Segundo dados
divulgados pelo G1, o total de cidades com até três partidos subiu de 262
para 1.565, e o total de cidades que tinham de quatro a seis partidos cresceu
17%...
A AGU (Advocacia Geral da União) apresentou nesta 4ª
feira (25.nov.2020) manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) em que
defendeu o direito do presidente Jair Bolsonaro de escolher qualquer 1 dos
integrantes das listas tríplices elaboradas para a escolha de reitores,
vice-reitores e diretores de universidades federais.
A petição (eis
a íntegra – 914 KB) foi apresentada em uma ação em que a OAB (Ordem
dos Advogados do Brasil) pede que o presidente seja a obrigado a escolher o 1º
colocado da lista, ou seja, o que mais recebeu votos da comunidade acadêmica.
Além disso, a instituição também pediu para que sejam anuladas todas as
nomeações já realizadas que não tenham respeitado o 1º nome da lista.
Beba na fonte>https://www.poder360.com.br/justica/agu-defende-que-universidades-sao-autonomas-mas-nao-independentes/
A 'conta' pelo apagão no estado do Amapá vai ser paga
por todos os brasileiros
Os custos serão embutidos na conta de luz por meio do
Encargo de Serviços do Sistema (ESS), que serve para manter a estabilidade do
sistema elétrico
Essa conta será rateada entre os consumidores atendidos
pelas distribuidoras, como os residenciais, e pelos que operam no mercado
livre, como indústrias
Essa conta será rateada entre os consumidores atendidos
pelas distribuidoras, como os residenciais, e pelos que operam no mercado
livre, como indústrias (Marcello Casal Jr/ABr)
Parte das despesas para socorrer o fornecimento de energia no Amapá será bancada por todos os consumidores do país. O montante será usado para contratação emergencial de usinas térmicas para restabelecimento do serviço no estado, que está sem energia desde a semana passada após um incêndio na subestação Macapá. O incidente causou o desligamento da linha de transmissão e das usinas que abastecem a região.
Os custos serão embutidos na conta de luz por meio do Encargo de Serviços do Sistema (ESS), que serve para manter a estabilidade do sistema elétrico. Essa conta será rateada entre os consumidores atendidos pelas distribuidoras, como os residenciais, e pelos que operam no mercado livre, como indústrias. O saldo dependerá da quantidade de energia, do tempo que esse acionamento será necessário e do custo do combustível que será usado pelas usinas.