quarta-feira, 23 de maio de 2018

O que pensam os executivos da Petrobrás?

Foto Aepet

da AEPET no GGN

A pergunta está na cabeça dos petroleiros.

Afinal, o que pensam os diretores e executivos da alta administração e empregados de carreira da empresa, que estão implementando as decisões do atual governo de desintegrar a Petrobrás, privatizando-a em pedaços, quando estão na solidão do poder?

Alguns dirão que não estão preocupados, pois recebem altos salários e se aposentarão tão logo sejam substituídos. Pode ser, mas como enganam a si próprios, sabendo que causaram grandes prejuízos à empresa e ao país, ajudando a desempregar milhares de pessoas e entregando o que foi construído por várias gerações às concorrentes internacionais, tornando o país mais dependente e desigual?


terça-feira, 22 de maio de 2018

Unisul tem suas contas bloqueadas por não pagar salário do mês de abril aos funcionários


Decisão do Tribunal


Em ação movida pelo Sinpaaet, no dia 9 de maio, por atraso de salários do mês de abril de 2018, com pedido liminar de bloqueio de contas, o juiz da 2ª Vara do Trabalho de Tubarão determinou, no dia 21 de maio, o bloqueio de R$ 3,6 milhões. Tal decisão atende o pedido em ação do Sinpaaet, que havia solicitado bloqueio no valor de R$ 5 milhões, por entender que este era o montante que ainda...


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Vereador que promoveu palestra sobre o perigo das "Fake news" em ano eleitoral foi pego usando fake para autopromoção


Presidente da Escola do Legislativo da Câmara de Vereadores de Imbituba, Renato Carlos de Figueiredo promoveu no dia 05 de abril, na Câmara Municipal de Imbituba Palestra sobre o perigo das " Fake news" em ano eleitoral e por ironia da história usou desse mesmo instrumento ilegal para promover sua candidatura à prefeito em 2020.

Impressionante a cara de pau!

Veja:


Foto Jose Carlos Pena

Taxa de inscrição no Enem deve ser paga até quarta-feira

Imagem de Arquivo/Agência Brasil

Os candidatos que se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até a próxima quarta-feira (23) para fazer o pagamento da taxa de inscrição, de R$ 82, para quem não for isento. O pagamento deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), que é gerada ao fim da inscrição. A guia pode ser paga em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios, respeitados os horários de compensação bancária.

A inscrição só será confirmada após o processamento do pagamento. Segundo o Inep, a inscrição cujo pagamento não tenha sido efetuado até 23 de maio não será confirmada. É responsabilidade exclusiva do participante acompanhar a situação de sua inscrição e a divulgação do seu local de prova no endereço: 


“Não haverá prorrogação do prazo para pagamento da taxa de inscrição, ainda que o último dia do prazo, 23 de maio de 2018, seja feriado estadual, distrital ou municipal no local escolhido pelo participante para o pagamento da taxa”, diz o edital do Enem.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta os participantes a selecionar a data de pagamento, porque alguns bancos agendam automaticamente o débito para a data de vencimento da Guia de Recolhimento da União (GRU), no caso, 23 de maio. Todos os inscritos devem retornar à Página do Participante para conferir a situação de sua inscrição.

O prazo de inscrição terminou às 23h59 de sexta-feira (18). O último balanço divulgado pelo Inep foi na manhã de sexta-feira, quando o número de inscritos tinha chegado a 6 milhões. No ano passado, 6,7 milhões de pessoas se inscreveram para participar do Enem.

Ao todo, 3.361.468 pessoas foram beneficiadas com a gratuidade por se enquadrarem em um dos quatro perfis que davam direito à isenção.

Por Agencia Brasil

14% dos brasileiros se declaram vegetarianos, mostra pesquisa Ibope


Atualmente, 551 produtos de 60 empresas têm o Selo Vegano, da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Hippie pós-moderno? Comedor de alface? O perfil do vegetariano ultrapassou os estereótipos das últimas décadas e hoje atrai de adeptos da alimentação natural a até quem não dispensa junk food. Inédita, nova pesquisa Ibope Inteligência aponta que 14% dos brasileiros com mais de 16 anos – cerca de 22 milhões de pessoas – concordam parcial (6%) ou totalmente (8%) com a afirmação "sou vegetariano".

Na mesma tendência, estudo da Kantar Ibope Media aponta que, de 2012 até o ano passado, cresceu de 8% para 12% os adultos (de 18 a 75 anos) que se declaram vegetarianos nas Regiões Sul e Sudeste do País e nas áreas metropolitanas de Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília. "Deixou de ser uma escolha restrita a um grupo. Hoje toda família tem um vegetariano, um vegano", diz Cynthia Schuck, coordenadora da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

Para ela, mesmo que nem todos sigam o vegetarianismo de forma estrita (mais informações nesta página), se reconhecer como tal é positivo. "São pessoas que se identificam e estão no caminho. E, para o mercado, já é um público que conta."

A designer Domitila Carolino, de 38 anos, é um exemplo de adepta recente desse estilo de alimentação. A mudança começou há seis anos, por recomendação médica, quando seus exames apontaram excesso de ferro. Alguns meses depois, porém, ela voltou a comer carne, que era muito consumida pelo marido. "Respeito quem come. Cada um no seu tempo", diz. Em 2015, ela retomou o vegetarianismo. "Não queria mais colocar dentro de mim agressão, de morte, de sofrimento."

Para a professora de História Thaís Carneiro, de 27 anos, a mudança chegou anos depois de o pai aderir ao vegetarianismo. "Eu era muito firme que não queria deixar (de comer carne)", lembra. A virada veio aos 14 anos, durante uma viagem, quando visitou pessoas que criavam animais. Na ocasião, chegou a sair de um recinto para não presenciar o abate de uma galinha, que depois encontrou morta na cozinha. "Passei a associar mais os animais ao que comia, por mais que já soubesse."

Na mesma época, ela leu um livro espírita que considerava o consumo de carne um vício. "Essas questões foram mexendo comigo", conta. A mudança foi difícil, especialmente na escola. "Elogiavam, mas depois diziam que não conseguiam e começavam a falar de carne, a descrever, isso me deixava triste. Chorava, achava as pessoas insensíveis."

Quando foi vegana, enfrentou dificuldade para manter a dieta, especialmente fora do País, o que relata no projeto Mulheres Viajantes. "Aqui, a gente teve um crescimento considerável no mercado", compara.

Motivação. Professora do Departamento de Sociologia e Política da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Juliana Abonizio aponta que a religião foi o motivo predominante décadas atrás, enquanto hoje cresce a motivação ambiental, por saúde ou por não concordar com a exploração animal. "Tem gente que começa pela saúde e depois vira militante."

O movimento ganhou força na internet, especialmente nas redes sociais. A estudante de Letras Leonora Vitória, de 18 anos, aderiu ao ovolactovegetarianismo após assistir filmes que envolvem o tema, como a ficção Okja, da Netflix. "No princípio eu não sabia o que consumir e como fazer. Procurei grupos no Facebook, receitas na internet e fui me virando", conta.

O vegetarianismo "saiu do obscurantismo", resume a professora de Psicologia da Universidade Brasil, Pâmela Pitágoras, que estudou o tema no doutorado. "Quando uma coisa começa a crescer, a ser divulgada, atrai mais pessoas", explica.

Estudante de Pedagogia, Mariana Pasquini, de 18 anos, deixou de comer carne vermelha em janeiro, depois de porco e, neste mês, foi a vez do frango. "Quero parar com o peixe. Os derivados ainda não sei, vou ter um pouco de dificuldade."

Vice-presidente da Associação Alagoana de Nutrição, Viviane Ferreira aponta que a procura de um nutricionista especializado e a realização de um check-up são importantes na transição. "É preciso aprender a comer mais vegetais, o que as pessoas no geral não comem, mas é um mito achar que vegetariano é anêmico", aponta. A pesquisa Ibope ouviu 2 mil pessoas em 142 municípios de todas as regiões do País e classes sociais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.

A expansão do veganismo

O primeiro hambúrguer feito por Carlos Dias, de 29 anos, era de lentilha. E não era muito bom. Mas a experiência deu gosto e cada vez mais certo, o que resultou no lançamento da lanchonete Animal Chef em janeiro deste ano. Ao contrário do nome, nenhum ingrediente do cardápio é de origem animal."O veganismo é muito ligado a algo sem graça, sem sabor, saudável, com soja. A gente quer fugir de todos os estereótipos possíveis", afirma Dias.

Por  Agência Estado

domingo, 20 de maio de 2018

Vaquinha virtual


Financiamento restrito a pessoas físicas é testado pela primeira vez em pleito nacional. Uso de laranjas é risco, mas arrecadadores prometem cruzar dados.

Entenda mais sobre o financiamento coletivo das campanhas eleitorais:

» Desde 15 de maio, candidatos podem pedir dinheiro para as eleições por meio do sistema;

» A ideia principal é colocar o eleitor mais próximo do candidato;

» Poderão doar apenas pessoas físicas;

» O limite máximo para a doação é de 10% do valor da renda declarada para a Receita Federal no ano anterior às eleições;

» Até o momento, 20 plataformas para financiamento coletivo tiveram certificados aprovados pelo TSE;

» Apesar de ter começado na semana passada e ser permitido aos políticos pedir doações, eles só podem pedir voto e fazer campanha depois de 15 de agosto, quando houver a homologação da candidatura;

» Até lá, todos os valores arrecadados ficarão retidos nas plataformas;

» As empresas deverão divulgar a arrecadação nos próprios sites;

» Depois da homologação das candidaturas no TSE em agosto, o dinheiro será repassado ao político;

» A partir desde 15 de agosto, o candidato deve prestar informações a cada 72h à Corte Eleitoral;

» Caso haja desistência ou impedimento da candidatura, os valores captados devem ser devolvidos integralmente aos doadores.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Semente do fascismo germinou no Brasil



Tereza Cruvinel, do Jornal do Brasil reuniu algumas das frases que Bolsonaro proferiu nos últimos anos, inspirada na recente compilação que o “The New York Times” fez das “459 pessoas, lugares e coisas insultadas por Trump no Twitter”.

Acompanhe:

·        “O erro da ditadura foi torturar e não matar.”

·         “Não te estupro porque você não merece.” (À deputada Maria do Rosário  (PT-RS).

·         “Mulher deve ganhar salário menor porque engravida” .

·         “Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ulstra, o pavor de Dilma Rousseff ”. (Ao votar pelo impeachment, invocando as torturas que ela sofreu).

·         “Quem procura osso é cachorro”. (Sobre a busca pelos corpos dos desaparecidos na Guerrilha do Araguaia).

·         “Pinochet devia ter matado mais gente.”

·         “A PM devia ter matado 1.000 e não 111 presos.” (Sobre o massacre do Carandiru)

·         “Não vou combater nem discriminar mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.” (Sobre foto do ex-presidente FHC com a bandeira LGBT).

·         “O mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais.”  (Sobre comunidades quilombolas). 

·         “Deveriam ter sido fuzilados uns 30 mil corruptos, a começar pelo presidente Fernando Henrique Cardoso”. (Sobre o golpe militar de 1964).

·         “Eu não entraria num avião pilotado por um cotista. Nem aceitaria ser operado por um médico cotista."

·         “Foram quatro homens. Na quinta eu dei uma fraquejada e veio mulher. (Sobre seus filhos). 

·         “Você é uma idiota. Você é uma analfabeta. Está censurada!”. (Ao ser entrevistado pela repórter Manuela Borges, da Rede TV).

·         “Gastaram muito chumbo com o Lamarca. Ele devia ter sido morto a coronhadas.”

·         “O objetivo é fazer o cara abrir a boca. O cara tem que ser arrebentado para abrir o bico.”  (Em defesa da tortura).

·         “Competência? Se quiser botar uma prostituta no meu gabinete, eu boto. Se quiser botar a minha mãe, eu boto. É problema meu.”

·         “Já vai tarde.” (Sobre a morte de Luís Eduardo Magalhães).

·         “Não me venham  falar em ditadura militar . Só desapareceram 282. A maioria marginais, assaltantes de bancos, sequestradores”.

·         “Pelo voto não vamos mudar nada neste  país. Só com guerra civil.”

A lista é longa e a coluna de Tereza Cruvinel no JB só comporta uma amostra.