•A jornada de trabalho média dos vínculos celetistas era de 41 horas e 32 minutos semanais em 2024.
•75% dos celetistas tinham jornadas superiores a 40 horas semanais.
•Nas áreas ligadas à agropecuária, à construção e ao comércio, mais de 90% dos vínculos
tinham jornadas superiores a 40 horas semanais.
•A remuneração média de quem trabalhava 40 horas por semana era 117% maior do que
a dos vínculos com jornadas entre 41 e 44 horas.
•As jornadas acima das 40 horas semanais são menos comuns entre trabalhadores com
ensino superior completo.
•Longas jornadas dificultam a formação e qualificação dos trabalhadores. A redução do
tempo de trabalho tem potencial para contribuir para o aumento do número de pessoas
estudando. Segundo estimativas, a medida poderia ajudar a aumentar em até 425 mil o
número de jovens com idade entre 18 e 29 anos que conciliam emprego formal com estudos
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