quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Locais da segunda prova do Enem já estão disponíveis no site do Inep

Estudantes fazem prova do Enem Imagem de Arquivo/Agência Brasil

Os locais de prova da segunda aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estão disponíveis na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira  (Inep) na internet. Os estudantes farão as provas nos dias 3 e 4 de dezembro. 

Os mais de 277 mil candidatos que tiveram a prova adiada poderão consultar os novos locais na página do Participante e no aplicativo do Enem, nas plataformas Android, iOS e Windows Phone.

A recomendação é que os estudantes conheçam antes o local da prova para evitar atrasos no dia do exame. O esquema da segunda aplicação será semelhante ao da primeira. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. As provas começam a ser aplicadas às 13h30.

No primeiro dia, os candidatos terão quatro horas e 30 minutos para responder a 90 questões das áreas de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias. No segundo dia serão cinco horas e 30 minutos para as provas de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.

Segunda aplicação

O Enem foi aplicado nos dias 5 e 6 de novembro para 5,8 milhões de candidatos. Devido a ocupações de escolas, universidades e institutos federais, o Ministério da Educação adiou o exame para um grupo de estudantes que fariam a prova em 405 locais de diferentes estados. Esses estudantes receberam um aviso do Inep por mensagem no celular e e-mail

A ocupação de escolas ocorrem em diversos estados, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, e a reforma do ensino médio,

Os locais de prova serão todos alterados. Segundo o instituto, os novos locais terão o padrão necessário para a aplicação das provas e não correrão risco de ocupação até a realização do exame.

As provas serão diferentes daquelas aplicadas no início do mês, mas manterão o mesmo nível de dificuldade, o que, de acordo com o Inep, garantirá a isonomia entre os candidatos. O resultado do Enem será divulgado para todos os participantes no dia 19 de janeiro.

Fonte EBC

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ZAGA DA INKOR É CONDECORADO COM MAIOR COMENDA DO LEGISLATIVO CATARINENSE E CAUSA CIUMEIRA

Vice-prefeito eleito de Imbituba Luiz Gonzaga Carvalho (PMDB) recebendo comenda das mãos do deputado Ismael dos Santos (PSD)

Empresário Luiz Gonzaga Carvalho (PMDB), vice-prefeito eleito de Imbituba está voando alto, recebeu segunda-feira (21), em Florianópolis, a Comenda do Legislativo 2016.

Indicação foi feita pelo deputado Ismael dos Santos (PSD), reconhecendo a trajetória de sucesso do empreendedor, que é proprietário da Inkor, uma das maiores empresas de Imbituba e do ramo no Estado.

Enquanto por aqui a ciumeira no meio dos medalhões PMDEBISTAS é grande, já que a luta por cargos dentro do futuro governo de Reservaldo se trava a unhas e dentes.

Exemplo é o empresário de sucesso Osni de Souza,presidente do PMDB que está a mais de três décadas no partido, duas vezes prefeito, exerceu vários cargos importantes no Estado e nunca recebeu soberba honraria.

Familiares e o próprio Osni não gostaram, consideram que Zaga está atropelando a ordem natural das coisas...

A Selma Elias, bem a Selma por enquanto está nocauteada com as investigação das fraudes no Programa Bolsa família e a consequente perda de espaço na composição do futuro Governo.

Mas conhecendo eles, as coisas não ficarão assim.



Quem viver verá.

Gilmar culpa Procuradoria e PF por atraso em inquérito contra Aécio, mas estende prazo


Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes deu um leve puxão de orelha na Polícia Federal e no Ministério Público Federal, que têm atrasado o inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB), derivado de uma delação premiada na qual Delcídio do Amaral diz que o tucano tentou esconder dados do Banco Rural, na CPMI dos Correios, que pudessem lhe trazer implicações no Mensalão.

Segundo reportagem da Agência Brasil, o MPF e a PF ainda não ouviram três testemunhas na ação. Gilmar estendeu a investigação, mas pediu atenção aos prazos de tramitação do processo no qual ele é o relator.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes autorizou hoje (23) a prorrogação do prazo das investigações da Polícia Federal sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG). No inquérito que tramita na Corte, o parlamentar foi acusado pelo ex-senador Delcídio do Amaral de tentar interferir nos trabalhos da extinta Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, criada em 2005 para investigar as denúncias do mensalão.

No despacho, Gilmar Mendes afirmou que "houve atraso no desenvolvimento das investigações", porque três testemunhas que estavam previstas para prestar depoimentos ainda não foram ouvidas. Mendes também determinou que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) cumpram os prazos da investigação.

"Ficam a Autoridade Policial e o Ministério Publico Federal instados a observar os prazos de tramitação nesta e em todas as investigações supervisionadas por este relator", decidiu o ministro.


As investigações são baseadas em um dos depoimentos do ex-senador Delcídio do Amaral, em colaboração com a Justiça. De acordo com Delcídio, em 2005, durante os trabalhos da CPMI dos Correios, o senador Aécio Neves, então governador de Minas Gerais, “enviou emissários” para barrar quebras de sigilo de pessoas e empresas investigadas, entre elas o Banco Rural.

Audiência pública irá apresentar Plano Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

Crédito Sul em Foco

A Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Renda - Seast do Governo de Imbituba irá realizar, na próxima quinta-feira (24), audiência pública para a apresentação do Plano Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Realizada em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA, a audiência deverá reunir representantes dos programas e departamentos ligados às políticas de direitos em Imbituba, do Poder Judiciário e da comunidade.

O documento tem o objetivo de orientar a implementação de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes nos próximos dez anos, e servirá de suporte para a rede municipal que trabalha pela garantia dos direitos na infância e na adolescência.

A audiência pública ocorre a partir das 14hs, na Câmara de Vereadores de Imbituba.

Fonte governo de Imbituba 

OS IRRESPONSÁVEIS NO PODER: DESMONTANDO O CONTO DA DONA DE CASA, POR LADISLAU DOWBOR

Pelas palavras do economista e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, o governo quer nos fazer acreditar que as políticas redistributivas quebraram o país enquanto o novo poder, com banqueiros no controle, irá reconstruí-lo

Por Ladislau Dowbor

Você provavelmente se sente perplexo frente à situação econômica do país. Está em boa companhia. Quem é que entende de resultado primário, de ajuste fiscal e outros termos que povoaram os nossos noticiários? A imensa maioria balança a cabeça de maneira entendida, e faz de conta. Pois vejam que realmente não é complicado entender, é só trocar em miúdos. E com isso o rombo fica claro. Aqui vai a conta explicitada, não precisa ser economista ou banqueiro. E usaremos os dados do banco central, a partir da tabela original, pois confiabilidade, nesta era melindrada, é fundamental. Para ver os dados no próprio Banco Central, é só clicar no link em baixo da tabela.

A política econômica do governo atual está baseada numa imensa farsa: a de que as políticas redistributivas da era progressista quebraram o país enquanto o novo poder, com banqueiros no controle do dinheiro, iriam reconstruí-lo. Segundo o conto, como uma boa dona de casa, vão ensinar responsabilidade, gastar apenas o que se ganha. A grande realidade é que são os juros extorquidos pelos banqueiros que geraram o rombo. A boa dona de casa que nos governa se juntou aos banqueiros e está aumentando o déficit.

Os dados publicados pelo Banco Central mostram a imagem real do que está acontecendo:
A tabela, tal como aparece no site do Banco Central, parece complexa, mas é de leitura simples. Na linha IX, “Resultado primário do governo central” é possível acompanhar a evolução dos números. O resultado primário é a conta básica de quanto o governo recolheu com os impostos e acabou gastando nas suas atividades, propriamente de governo, investindo em educação, saúde, segurança etc., ou seja, em políticas públicas.

Quando se diz que o governo deve ser responsável, não gastar mais do que ganha, é disto que estamos falando. Confira a tabela abaixo, extraída da tabela principal: trata-se apenas de melhorar a legibilidade.
No caso, houve um superávit nos anos 2010 até 2013 (gastou menos do que recolheu) e um déficit insignificante de 20 bilhões em 2014, e moderado em 2015, 116 bilhões de reais, 2% do PIB, perfeitamente normal.

Na União Europeia, por exemplo, um déficit de até 3% do PIB é considerado normal, com variações entre um ano e outro. Ou seja, fica claro, note-se que ao contrário do que dizem os gastos com as políticas públicas não causaram nenhum “rombo” como tem sido qualificado.

A linha seguinte da tabela, X – “Juros Nominais”, dá a chave da quebra e da recessão. Os juros nominais representam o volume de recursos que o governo gastou com os juros sobre a dívida pública. Esta é a caixa preta que trava a economia na dimensão pública.

Trata-se da parte dos nossos impostos que em vez de servirem para infraestruturas e políticas sociais, são transferidos para os bancos e outros intermediários financeiros, além de um volume pequeno de aplicadores individuais no tesouro direto. Estes em boa parte reaplicam os resultados, aumentando o volume de recursos apropriados.

A dívida pública é normal em inúmeros países, assegurando aplicações financeiras com risco zero e liquidez total, e por isto pagando em geral na faixa de 0,5% ao ano, nos mais variados países, inclusive evidentemente nos EUA e UE. Não é para aplicar e ficar rico, é para ter o dinheiro seguro enquanto se busca em que investir.

No Brasil, o sistema foi criado em julho de 1996, pagando uma taxa Selic fantástica de mais de 15% já descontada a inflação. Instituiu-se assim por lei um sistema de transferência de recursos públicos para os bancos e outros aplicadores financeiros. Com juros deste porte, rapidamente o governo ficou apenas rolando a dívida, pagando o que conseguia de juros, enquanto o que não conseguia pagar aumentava o estoque da dívida. Nada que qualquer família brasileira não tenha conhecido quando pega dívida para saldar outra dívida. O processo vira, obviamente, uma bola de neve.

Em 2003 Lula assume com uma taxa Selic pagando 24,5%, quando a inflação estava em 6%. Importante notar que são lucros gigantescos para os bancos e os rentistas em geral, sem nenhuma atividade produtiva correspondente. E nenhum benefício para o governo ou a população, pois o governo, com este nível de juros, apenas rola a dívida.

O sistema é absolutamente inviável a prazo. E ilegítimo, pois se trata de ganhos sem contrapartida produtiva, gerando uma contração econômica. Na passagem de 2012 para 2013, o governo Dilma passa a reduzir progressivamente a taxa de juros sobre a dívida pública, chegando ao nível de 7,25% ao ano, para uma inflação de 5,9%, aproximando-se das taxas praticadas na quase totalidade dos países. Isto gerou uma revolta por parte dos bancos e por parte dos rentistas em geral.

Porque tantos países mantém uma taxa de juros sobre a dívida pública da ordem de 0,5% ou menos? Porque um juro baixo sobre a dívida pública estimula os donos dos recursos financeiros a buscar outras aplicações mais rentáveis, em particular investimentos produtivos, que geram ganhos mas fomentando a economia. Aqui, estimulou-se o contrário: para que um empresário se arriscar em investimentos produtivos se aplicar na dívida pública rende mais?

A revolta dos banqueiros e outros rentistas levou a uma convergência com outras insatisfações, inclusive oportunismos políticos, provocando os grandes movimentos de 2013. E com um legislativo eleito pelo dinheiro das corporações, atacou-se no legislativo e na mídia qualquer tentativa de reduzir os juros e resgatar a política econômica do governo. Futuros candidatos também viram aí brechas oportunas. O governo recuou, iniciando um novo ciclo de elevação da taxa Selic, reconstituindo a bonança de lucros sem produção, essencialmente para bancos e outros rentistas.

Difícil dizer o que causou o recuo do governo. O fato é que desde meados de 2013 instalou-se a guerra política e o boicote, e não houve praticamente um dia de governo, seguindo-se a eleição e a desarticulação geral da capacidade de governo. O essencial para nós, é que não houve uma quebra de governo, e muito menos do Brasil, como dizem, pois as políticas públicas mantiveram o seu equilíbrio financeiro. O que quebrou o sistema, e fato essencial, está aprofundando a crise, é o volume de transferências de recursos públicos para bancos e outros intermediários financeiros que são essencialmente improdutivos.

Confira a tabela dos juros nominais:
Com a Selic elevada, o governo transferiu em 2010, nas contas do Banco Central, 125 bilhões de reais sobre a dívida pública. Em 2011, este montante se elevou para 181 bilhões, caindo para 147 bilhões em 2012 com a redução dos juros Selic (a 7,5%) por parte do governo Dilma. Em 2013 começa o drama: sob pressão dos bancos, voltam a subir os juros sobre a dívida pública, e o dinheiro transferido ou reaplicado pelos rentistas sobe para 186 bilhões em 2013. Na fase Levy, portanto, com um banqueiro tomando conta do caixa, esse valor explode para 251 bilhões em 2014, e para 397 bilhões em 2015. Veja que o rombo criado pelos altos juros da dívida é incomparavelmente superior ao déficit das políticas públicas propriamente ditas, na linha IX “Resultado primário do governo central” visto acima.

Aqui são praticamente 400 bilhões de reais que poderiam se transformar em investimentos de infraestruturas e em políticas sociais, apropriados não por produtores, mas sim essencialmente por intermediários financeiros como bancos, fundos e inclusive aplicadores estrangeiros, gerando o rombo que agora vivemos e que aumenta ainda mais em 2016, pois continuamos com banqueiros no controle do sistema.

Confira, agora, a linha XI – Resultado Nominal do Governo Central, que vai apontar o rombo crescente. Trata-se do déficit já incorporando o gasto com juros sobre a dívida pública, hoje os mais altos do mundo. Veja o déficit gerado na tabela abaixo:
Ele passa de 46 bilhões em 2010, explodindo para 272 bilhões em 2014 já com a política econômica controlada pelos banqueiros, e chegando a astronômicos 514 bilhões em 2015, já com políticas confortavelmente orientadas para desviar recursos públicos para intermediários financeiros.

Essas três linhas da tabela do Banco Central mostram o equívoco do chamado “ajuste fiscal” do governo. E permitem entender, de forma clara, que não se tratou, de maneira alguma, de um governo que gastou demais com as políticas públicas, e sim de um governo em que os recursos foram desviados das políticas públicas para satisfazer o sistema financeiro.

Veja na tabela principal na linha “% do PIB gasto em juros” que o volume de recursos transferidos para os grupos financeiros passou de 3,2% do PIB em 2010 para 6,7% do PIB em 2015. E a conta cresce.

Quem gerou a crise é quem está no poder hoje, no Brasil, ditando o aumento da taxa Selic que voltou ao patamar surrealista de 14%. Em nome da austeridade, e de “gastar responsavelmente o que se ganhou”, aumentaram em 2016 o déficit primário para R$ 170 bilhões, repassando dinheiro para deputados e senadores (emendas parlamentares), aumentando os salários dos juízes e de segmentos de funcionários públicos (em nome da redução dos gastos). , e assistindo a uma explosão dos juros pagos pela população.

Ponto chave: a PEC 241 trava os gastos com políticas públicas. São gastos que resultam no resultado primário, ou seja, onde o déficit é muito limitado e a utilidade é grande, tanto econômica como social. Mas a PEC 241 (e 55 no Senado) não limita os gastos com a dívida pública, que é onde ocorre o verdadeiro e imenso rombo.

Não se trata aqui, com esta medida, de reduzir os gastos do Estado, mas de aumentar os gastos com juros, que alimentam aplicações financeiras, em detrimento do investimento público e dos gastos sociais. Trata-se simplesmente de aprofundar ainda mais o próprio mecanismo que nos levou à crise.

Seriedade? Gestão responsável? A imagem da dona de casa que gasta apenas o que tem? Montou-se uma farsa. Os números aí estão. Assim o país afunda ainda mais e eles querem que o custo da lambança saia dos direitos sociais, das aposentadorias, da terceirização e outros retrocessos. Isto reduz a demanda e o PIB, e consequentemente os impostos, aumentando o rombo. Esta conta não fecha, nem em termos contábeis nem em termos políticos. Aliás, dizer que os presentes trambiques se espelham no modelo da boa dona de casa constitui uma impressionante falta de respeito.

Nota: aqui abordamos a questão central dos juros sobre a dívida pública, visando mostrar o absurdo dos argumentos do governo ter “quebrado” a economia. Importante também mencionar que o próprio volume (estoque) da dívida, da ordem de 60% do PIB (e muito menos para a dívida líquida) não é particularmente maior do que a de outros países, e muito menor, por exemplo, do que a dos EUA ou do Japão. Para uma visão mais ampla, há um excelente documento Austeridade e Retrocesso, que traz a análise financeira completa. O documento é de outubro de 2016, 50p, disponível em http://brasildebate.com.br/wp-content/uploads/Austeridade-e-Retrocesso.pdf

Quanto ao endividamento da população, com juros absurdamente abusivos para pessoa física e pessoa jurídica, o mecanismo gerado pode ser consultado no documento Resgatando o potencial financeiro do país, inclusive com as propostas correspondentes. Veja em http://dowbor.org/2016/08/ladislau-dowbor-resgatando-o-potencial-financeiro-do-pais-versao-atualizada-em-04082016-agosto-2016-47p.html/

Para conferir a planilha do Banco Central, clique em: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt_PT/resultado-do-tesouro-nacional e acesse a planilha de nome RTN ago. 2016.xlsx, Aba 4.1, Séries históricas – Resultado Fiscal do Governo Central – Estrutura Nova (janeiro/1997 – agosto/2016)

Fonte:Por Equipe do Blog Publicado Rogério Cezar de Cerqueira Leite publicado 2 3 de novembro de 2016 
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Ladislau Dowbor. Economista e professor da PUC/SP.

Show de patinação emociona e revela atletas em Imbituba


3º show de patinação trouxe cerca de 70 alunos da Escola Municipal Basileu José da Silva do bairro Campo D’Aviação. (Créditos Jornal a verdade Laguna)


Do Jornal a Verdade Laguna

Espetáculo do Projeto Patinação na Escola mostrou evolução dos alunos e homenageou incentivadores da ação no município

As crianças do Projeto Patinação na Escola surpreenderam o público na última sexta-feira (18), na terceira edição do espetáculo que já descobriu grandes talentos em Imbituba. Com temas como anos 60, samba funk e o mundo dos fantasmas, o 3º show de patinação trouxe cerca de 70 alunos da Escola Municipal Basileu José da Silva dançando e arriscando manobras sobre duas rodas no Ginásio de Esportes Olivar Francisco.

  (Créditos Jornal a verdade Laguna)

O objetivo do espetáculo é apresentar para a comunidade o trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Educação de maneira gratuita, sob a orientação da professora e patinadora Daniele Canez. “Comecei esse projeto sem saber o que iria receber e foi uma grande surpresa acompanhar o crescimento do esporte dentro da escola a cada ano. As crianças passaram de alunos para artistas”, orgulha-se Daniele.

  (Créditos Jornal a verdade Laguna)

Uma das surpresas da noite foi a abertura do show com o aluno do primeiro ano João Victor Pereira, portador de Síndrome de Down. A felicidade do menino ao desfilar pelo ginásio com suas professoras arrancou lágrimas da plateia. “As aulas de patinação não trabalham só a socialização das crianças. Elas trazem um crescimento individual. Eles se tornam mais responsáveis e confiantes do seu potencial”, afirma a professora.

 (Créditos Jornal a verdade Laguna)

Outro destaque foi a apresentação dos atletas que participaram da Copa Mercosul de Patinação Artística. A equipe desfilou com orgulho suas medalhas, e agradeceu emocionada o reconhecimento. A secretária de Educação, Michela Freitas, destaca a importância da prática esportiva na sala de aula. “O esporte ajuda na formação do cidadão e traz lições para toda a vida. Ele ensina a ter coragem para cair, levantar e começar de novo. Foi o que vimos nesse show, uma lição de coragem”, destaca.

  (Créditos Jornal a verdade Laguna)

O espetáculo encerrou com uma homenagem a todos os que contribuem e acreditam na realização do projeto na cidade. Alunos, filhos e até mesmo quem nunca havia subido nos patins desfilaram pelo ginásio e entregaram rosas aos colaboradores.

O Patinação na Escola ensina crianças do pré-escolar até o nono ano, e está em seu terceiro ano de atividades na escola do bairro Campo D’Aviação.

Final de gestão lamentável


SINTERMUT (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Tubarão e Capivari de Baixo) pretende entra com ação contra Prefeitura de Tubarão por falta de repasse do vale-transporte aos servidores.

Na prática a Prefeitura desconta em folha, mas o trabalhador na Educação não recebe o vale, ou seja, paga duas vezes pelo serviço.

Segundo a Presidente do SINTERMUT Laura Oppa o problema acontece há um mês e a entidade entrará na justiça nesta sexta.

Lamentável que em final de gestão a Prefeitura de Tubarão comandada pelo Petista Olavo Falchetti deixe chegar a esse ponto.

Falta diálogo ou competência para os responsáveis da área.


Leia matéria do Jornal Diário do Sul

Sintermut deve entrar com ação judicial contra a PMT

“Até sexta-feira devemos estar com a ação pronta para dar entrada na justiça. O problema é que o desconto está sendo feito e os funcionários estão tendo que arcar com os custos do transporte. Isso é ilegal”, aponta Laura.
O Sintermut, sindicato que representa os trabalhadores da Educação em Tubarão, deve, até sexta-feira, acionar a justiça para procurar resolver o problema de falta de repasse do vale-transporte aos servidores.

O benefício, descontado em folha dos funcionários, não é repassado desde outubro para os funcionários que utilizam a empresa TCL. Em assembleia realizada na segunda-feira à noite, foi decidido, de acordo com a presidente do sindicato, Laura Oppa, que a entidade vai entrar com uma ação judicial por improbidade administrativa contra a prefeitura.

“Até sexta-feira devemos estar com a ação pronta para dar entrada na justiça. O problema é que o desconto está sendo feito e os funcionários estão tendo que arcar com os custos do transporte. Isso é ilegal”, aponta Laura.

Conforme ela, a prefeitura ficou de parar de fazer a devolução do valor descontado em outubro no mês que vem, mas ainda assim os funcionários continuariam prejudicados. “Queremos que os servidores sejam restituídos e que não haja mais desconto”, aponta.

Em reunião na empresa Transporte Capivari (TCL), na semana passada, junto com a equipe de transição do prefeito eleito Joares Ponticelli e atual secretário de Governo, Matheus Madeira, e os representantes da empresa, foi pontuado que há falta de pagamento da prefeitura com a empresa. Diante disso, a TCL tomou a decisão de não entregar o vale-transporte antes que haja um cronograma de pagamentos e interlocução por parte do governo.