O governador do DF, Ibaneis Rocha, determinou neste domingo (8) a exoneração do secretário de segurança do DF, o bolsonarista Anderson Torres, responsabilizado por diversos nomes da política e do direito pelo caos terrorista promovido por apoiadores de Jair Bolsonaro neste domingo (8).
domingo, 8 de janeiro de 2023
Governador do DF demite secretário de segurança Anderson Torres, que facilitou a ação dos terroristas bolsonaristas
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
14 mil pessoas foram intoxicadas por agrotóxicos durante governo Bolsonaro
Intoxicações aconteceram mais em lavouras de soja, fumo e milho. Estados da região Sul concentram a maioria dos casos...
Beba na fonte>https://apublica.org/2022/12/14-mil-pessoas-foram-intoxicadas-por-agrotoxicos-durante-governo-bolsonaro/
sábado, 31 de dezembro de 2022
domingo, 25 de dezembro de 2022
O Blog Sarrafo Atômico deseja a todos um Feliz Natal!
Desejamos a todas as pessoas, e, em particular, aos nossos leitores, que a estrela Natalina ilumine a consciência de cada um para que possamos todos, trilhar por um caminho da paz, fraternidade, compreensão e amor.
Feliz Natal!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
Polícia Federal apreende 160 quilos de cocaína em águas do Porto de Imbituba
Em 2008 uma operação conjunta da Receita Federal com as polícias Federal e Civil apreendeu 570 kg de cocaína no interior de containers no Porto de Imbituba, no sul de Santa Catarina.
Pensávamos que esse tipo de problema estava controlado, mas quarta feira, 21 de dezembro de 2022, a sociedade foi informada pela comunicação social da policia federal em Santa Catarina que 160 quilos da droga foram apreendidos no Porto de Imbituba/SC...
Veja matéria completa>
Beba na fonte>https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2022/12/policia-federal-apreende-160-quilos-de-cocaina-no-mar
domingo, 11 de dezembro de 2022
O Brasil destroçado que o governo escondia
Por Cristina Serra em seu blog
A sociedade brasileira aguarda decisão definitiva do
Supremo sobre o maior esquema de corrupção e de corrosão da democracia de que
se tem notícia neste país. A indecência atende pela alcunha de orçamento
secreto. Coisa de máfia mesmo, pela inconstitucionalidade, pelo sigilo sobre os
parlamentares beneficiados e pelo volume de dinheiro que se esvai nos ralos
dessa imundície.
O caso está à espera de suas excelências há um ano. Fala-se nos bastidores que
algum ministro poderá recorrer ao “perdido de vista”. Ainda que mal pergunte,
precisa de mais tempo para entender o quê? O orçamento secreto permite coisas
como fazer, em 2020, 12.700 radiografias de dedo em Igarapé Grande (MA), que
tem 11.500 habitantes. Esse é um exemplo do varejo.
No atacado, o orçamento secreto blindou Bolsonaro contra mais
de 140 pedidos de impeachment enquanto ele comandava o genocídio dos
brasileiros na pandemia. Tão seguro estava da impunidade que gozava dos mortos
por asfixia. Foram os bilhões do orçamento secreto que deram a ele boa parte
dos 58 milhões de votos na campanha em que fomentou extremismo e golpismo. Já
esqueceram?
O orçamento secreto ajudou a eleger o pior Congresso da história (que tomará
posse em 2023), fortaleceu o centrão, alçou Arthur Lira à presidência da
Câmara, em 2021, e, ao que tudo indica, irá reelegê-lo para mais um biênio.
Reeleito e com o mecanismo de corrupção vigente, estará autorizado para
continuar mediando a relação entre Executivo e Legislativo na base da
chantagem.
Além de favorecer a corrupção, o orçamento secreto transfere recursos para
currais eleitorais por meio de emendas paroquiais sem qualquer compromisso com
as reais necessidades da população. É, portanto, uma máquina de ineficiência e
desperdício de dinheiro público. Adiar a sentença do plenário ou postergá-la a
perder de vista é também uma forma de decidir. E de apostar no fracasso da
reconstrução ética e moral do Brasil.
Postado no blog do Miro -
* Publicado originalmente na Folha de S.Paulo em 06/12/2022.
Bolsonaro deixa dívida de R$ 500 bi na área de energia elétrica, diz Transição
Por Tainá Andrade – Correio Brasiliense
O "rombo" no setor, de acordo com o documento, é resultado de decisões tomadas pela atual administração para tentar contornar a crise hídrica vivida pelo país em 2021 e atenuar as tarifas durante o período da pandemia da covid-19. O maior custo, porém, veio das negociações feitas com o Congresso para obter autorização para privatizar a Eletrobras (veja quadro). No diagnóstico feito pelo grupo, a dívida será paga pelo consumidor final, em adicionais nas faturas de energia dos próximos anos.





